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	<title>Comments on: Jabulani vs. Mikasa</title>
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	<description>Projeto de um Centro de Referência em Iniciação Esportiva</description>
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		<title>By: Roberto A. Pimentel</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/11/jabulani-vs-mikasa-5150/comment-page-1#comment-926</link>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 12:56:12 +0000</pubDate>
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		<description>Grato Vitor por sua oportuna participação nesse diálogo que nos enriquece a todos. Esclarecendo um pouco mais aos internautas, coloquei literalmente o &quot;dedo na ferida&quot;, isto é, a discussão parece ter evoluído para a importância da flexão de um dedo sobre a palma da mão e o efeito que isto &quot;pode&quot; (ou não) provocar na bola de voleibol durante a execução de um saque.
Lembro alguns dizeres dos estudos sobre a obra de Piaget que em dado momento nos revela: &quot;Para a construção do conhecimento científico, a observação de fatos empíricos e a conceitualização de teorias são ambas necessárias&quot;. Assim procedia quando dei início ao meu aprendizado e aos pequenos atletas a quem pretendia transmitir-lhes esta técnica. Afiancio-lhes que &quot;eu&quot; consegui produzir tal &quot;balançar&quot; na bola. É bem possível, como diz, que o dedo não tenha influência alguma neste fenômeno, mas considere que no meu relato isto é um dos aspectos; o outro, é &quot;não produzir o movimento de rotação na bola&quot;. Cito, inclusive, o eficientíssimo saque russo em 1960 e destaco: &quot;Hoje, com a manchete, seria inócuo”. Então, o polegar flexionado que impede que a bola seja tocada com a palma da mão em toda a sua plenitude impede a indesejável rotação.
Estou preparando novo artigo sobre detalhes da Defesa em voleibol em que acentuo a oportuna contração desse dedo tão desprezado pela maioria dos estudiosos e treinadores, especialmente no Vôlei de Praia. Penso que assim favoreço o professor saber o que a criança pode aprender por observação e o que ela não pode a fim de evitar o perigo de reduzir à “descoberta” toda a aquisição de novo conhecimento. Espero recebê-lo mais vezes nesse convívio salutar. Obrigado por seus dizeres.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grato Vitor por sua oportuna participação nesse diálogo que nos enriquece a todos. Esclarecendo um pouco mais aos internautas, coloquei literalmente o &#8220;dedo na ferida&#8221;, isto é, a discussão parece ter evoluído para a importância da flexão de um dedo sobre a palma da mão e o efeito que isto &#8220;pode&#8221; (ou não) provocar na bola de voleibol durante a execução de um saque.<br />
Lembro alguns dizeres dos estudos sobre a obra de Piaget que em dado momento nos revela: &#8220;Para a construção do conhecimento científico, a observação de fatos empíricos e a conceitualização de teorias são ambas necessárias&#8221;. Assim procedia quando dei início ao meu aprendizado e aos pequenos atletas a quem pretendia transmitir-lhes esta técnica. Afiancio-lhes que &#8220;eu&#8221; consegui produzir tal &#8220;balançar&#8221; na bola. É bem possível, como diz, que o dedo não tenha influência alguma neste fenômeno, mas considere que no meu relato isto é um dos aspectos; o outro, é &#8220;não produzir o movimento de rotação na bola&#8221;. Cito, inclusive, o eficientíssimo saque russo em 1960 e destaco: &#8220;Hoje, com a manchete, seria inócuo”. Então, o polegar flexionado que impede que a bola seja tocada com a palma da mão em toda a sua plenitude impede a indesejável rotação.<br />
Estou preparando novo artigo sobre detalhes da Defesa em voleibol em que acentuo a oportuna contração desse dedo tão desprezado pela maioria dos estudiosos e treinadores, especialmente no Vôlei de Praia. Penso que assim favoreço o professor saber o que a criança pode aprender por observação e o que ela não pode a fim de evitar o perigo de reduzir à “descoberta” toda a aquisição de novo conhecimento. Espero recebê-lo mais vezes nesse convívio salutar. Obrigado por seus dizeres.</p>
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		<title>By: Vitor Tessutti</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/11/jabulani-vs-mikasa-5150/comment-page-1#comment-901</link>
		<dc:creator>Vitor Tessutti</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 21:05:10 +0000</pubDate>
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		<description>Em minha opinião acredito que o dedo não faça diferença alguma. A presença do &quot;swing&quot; da bola é proveniente da falta de rotação. Experimentamos isso no volei, e vimos isso na Copa com a Jabulani. Os chutes que não provocaram rotação na bola provocaram a flutuação da bola. Os chutes com rotação não provocaram flutuação na bola, mas permitiu uma velocidade maior comparada as bolas anteriores. 
A flutuação proveniente da falta de rotação não ocorre no sentido da quadra (longitudinal), e sim, perpendicular ao sentido do saque (transversal à quadra). Desta forma, acredito que a tese que o dedo provocaria um maior movimento elástico na bola e, de que isso provocaria o swing, não procede, na minha opinião, pois este movimento elástico seria no sentido longitudinal. Como é possível que energia elástica oriunda de uma força atras da bola poderia provocar uma flutuação para os lados? Para questionar esta hipótese estou me baseando em um vídeo de uma filmagem de  bola de golfe a 14000 frames por segundo disponível no you tube. É uma imagem deslumbrante ver toda aquela deformação da bola após o contato com a parede, mas que demonstra ocorrer a ação e reação somente em um sentido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em minha opinião acredito que o dedo não faça diferença alguma. A presença do &#8220;swing&#8221; da bola é proveniente da falta de rotação. Experimentamos isso no volei, e vimos isso na Copa com a Jabulani. Os chutes que não provocaram rotação na bola provocaram a flutuação da bola. Os chutes com rotação não provocaram flutuação na bola, mas permitiu uma velocidade maior comparada as bolas anteriores.<br />
A flutuação proveniente da falta de rotação não ocorre no sentido da quadra (longitudinal), e sim, perpendicular ao sentido do saque (transversal à quadra). Desta forma, acredito que a tese que o dedo provocaria um maior movimento elástico na bola e, de que isso provocaria o swing, não procede, na minha opinião, pois este movimento elástico seria no sentido longitudinal. Como é possível que energia elástica oriunda de uma força atras da bola poderia provocar uma flutuação para os lados? Para questionar esta hipótese estou me baseando em um vídeo de uma filmagem de  bola de golfe a 14000 frames por segundo disponível no you tube. É uma imagem deslumbrante ver toda aquela deformação da bola após o contato com a parede, mas que demonstra ocorrer a ação e reação somente em um sentido.</p>
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