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	<title>Comments on: Treinamento de Defesa</title>
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	<description>Projeto de um Centro de Referência em Iniciação Esportiva</description>
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		<title>By: Roberto A. Pimentel</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-5933</link>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:45:10 +0000</pubDate>
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		<description>Flávio, permiti-me alguns arranjos no seu texto (teclado) em favor também de outros leitores. O texto é longo e com várias nuances para interpretarmos em tão pouco espaço. Mas gostei imensamente de suas observações. Em sua primeira apreciação foca a execução de gestos técnicos em atletas de ponta e suas variantes, concluindo que se teve sucesso, não importa como o fez, ainda que com técnica incorreta. No alto nível - seleções de voleibol - o treinador opta por compor a equipe segundo sua visão global das características dos atletas, pois são necessárias variadas funções táticas que cada um terá que observar para que o &quot;todo&quot; seja uno. Então, p.ex., poucos são os que recepcionam os saques e, até existe um especialista nesta função - líbero. Como muitos novos treinadores tendem a &quot;copiar&quot; o que se realiza no alto nível, acontece que em treinamentos de seus jovens atletas reproduzem-se o mesmo erro: não sabem formar jogadores com técnicas  variadas, isto é, produzem indivíduos especializados em um ou dois fundamentos no máximo. Lá no alto, os selecionadores dirão como já diziam os seus avós: &quot;Como pode um atleta chegar a este nível sem uma formação básica? Não tenho tempo para treinar e corrigi-lo&quot;! A seguir, sobre a quantidade de massa muscular e o passe em manchete, não creio que seja o fator preponderante. A elasticidade e o ritmo do movimento são fundamentais, até porque é bastante cômodo. Repare, ainda, que os voleibolistas não necessitam de tanta massa muscular em determinado segmento, mas, ao contrário, têm sua musculatura preferencialmente adelgada, própria para movimentos lançados. Claro que os quadríceps são adequados para a execução dos saltos e proteção das articulações, mas não significa que lhes seja dada tanta importância, pois até podem oferecer problemas para outros movimentos e o próprio ritmo. Por último, revela sua preocupação em como treinar crianças e jovens. Esta é exatamente a missão desse Procrie, Aprender a Ensinar. Todos os textos estão de certa forma voltados para o professor/treinador para que, se o fizer corretamente na base, teremos indivíduos mais capacitados e, consequentemente, se assim o desejarem, ingressar na nova profissão de &quot;jogador de voleibol&quot;. Como fazer de forma correta, como treinar cada indivíduo é o nosso longo aprendizado. Até breve!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Flávio, permiti-me alguns arranjos no seu texto (teclado) em favor também de outros leitores. O texto é longo e com várias nuances para interpretarmos em tão pouco espaço. Mas gostei imensamente de suas observações. Em sua primeira apreciação foca a execução de gestos técnicos em atletas de ponta e suas variantes, concluindo que se teve sucesso, não importa como o fez, ainda que com técnica incorreta. No alto nível &#8211; seleções de voleibol &#8211; o treinador opta por compor a equipe segundo sua visão global das características dos atletas, pois são necessárias variadas funções táticas que cada um terá que observar para que o &#8220;todo&#8221; seja uno. Então, p.ex., poucos são os que recepcionam os saques e, até existe um especialista nesta função &#8211; líbero. Como muitos novos treinadores tendem a &#8220;copiar&#8221; o que se realiza no alto nível, acontece que em treinamentos de seus jovens atletas reproduzem-se o mesmo erro: não sabem formar jogadores com técnicas  variadas, isto é, produzem indivíduos especializados em um ou dois fundamentos no máximo. Lá no alto, os selecionadores dirão como já diziam os seus avós: &#8220;Como pode um atleta chegar a este nível sem uma formação básica? Não tenho tempo para treinar e corrigi-lo&#8221;! A seguir, sobre a quantidade de massa muscular e o passe em manchete, não creio que seja o fator preponderante. A elasticidade e o ritmo do movimento são fundamentais, até porque é bastante cômodo. Repare, ainda, que os voleibolistas não necessitam de tanta massa muscular em determinado segmento, mas, ao contrário, têm sua musculatura preferencialmente adelgada, própria para movimentos lançados. Claro que os quadríceps são adequados para a execução dos saltos e proteção das articulações, mas não significa que lhes seja dada tanta importância, pois até podem oferecer problemas para outros movimentos e o próprio ritmo. Por último, revela sua preocupação em como treinar crianças e jovens. Esta é exatamente a missão desse Procrie, Aprender a Ensinar. Todos os textos estão de certa forma voltados para o professor/treinador para que, se o fizer corretamente na base, teremos indivíduos mais capacitados e, consequentemente, se assim o desejarem, ingressar na nova profissão de &#8220;jogador de voleibol&#8221;. Como fazer de forma correta, como treinar cada indivíduo é o nosso longo aprendizado. Até breve!</p>
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		<title>By: Flavio Dallagasperina</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-5930</link>
		<dc:creator>Flavio Dallagasperina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 06:42:06 +0000</pubDate>
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		<description>Primeiramente sinto-me feliz em achar esse site com esse conteúdo de alto padrão educacional. Como disseram adiante, experiência é impagável e incomprável. Outra faceta da educação e pedagogia é a observação, o cuidado que se tem em olhar um certo movimento e entendê-lo. &quot;Olhando&quot; durante muito tempo atletas de alto nível, encontrei algo em comum entre eles: Todos, quase todos atletas de ponta (classifico os ganhadores de medalhas em olimpíadas em esportes individuais e/ou coletivos) tem uma fase ou etapa do/de sua/seu movimento deficiente ou impróprio. Nao falo que o movimento é totalmente errado ou contra a técnica básica de execução, mas falo que a grande maioria dos &quot;bem dotados geneticamente&quot; não aprenderam corretamente o movimento ou talvez inventaram-no ou adaptaram-no para seu corpo à sua maneira e assim ficaram. O gesto técnico ou técnica é a execução de um trabalho com menor gasto de energia em um tempo reduzido! Mas às vezes o atleta prefere diferente, porque se sente melhor desse jeito! Se ela/ele estão tendo dificuldades de passar uma bola em virtude de um não conhecimento da técnica tudo bem, ele/a precisa saber como passar. Ja ouvi jogadores dizerem que gostam de passar bem baixo (c/joelhos e quadril bem flexionados) por que gostam. Observei e perguntei só para certificar minha teoria: essas/es jogadores normalmente têm grande massa muscular no quadríceps, maior amplitute de afastamento de pernas, músculos fortes e flexíveis no quadrado lombar, no qual se você pensar, fica ate confortável &quot;para elas/eles&quot; repetir essa execução em virtude da estabilização que esse grupo muscular dá, e conforto, além é claro dos resultados subsequentes nesse passe...as chances de êxito são bem maiores. Agora, passar isso a uma criança ou alguém com diferente capacidade nos músculos citados, dificuldades em flexibilidade? Da mesma maneira ja vi estudantes passarem a bola apenas colocando o tronco um pouco à frente, sem afastar as pernas e malm (?) demasiado e ser extremamente precisos! Lá vou eu novamente &quot;ver&quot; o que é que eles têm! Não sei se faz sentido o que acabei de escrever, mas gostaria de saber se alguém pensou nisso. Desculpem por meu teclado que não está configurado propriamente. Abraço a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente sinto-me feliz em achar esse site com esse conteúdo de alto padrão educacional. Como disseram adiante, experiência é impagável e incomprável. Outra faceta da educação e pedagogia é a observação, o cuidado que se tem em olhar um certo movimento e entendê-lo. &#8220;Olhando&#8221; durante muito tempo atletas de alto nível, encontrei algo em comum entre eles: Todos, quase todos atletas de ponta (classifico os ganhadores de medalhas em olimpíadas em esportes individuais e/ou coletivos) tem uma fase ou etapa do/de sua/seu movimento deficiente ou impróprio. Nao falo que o movimento é totalmente errado ou contra a técnica básica de execução, mas falo que a grande maioria dos &#8220;bem dotados geneticamente&#8221; não aprenderam corretamente o movimento ou talvez inventaram-no ou adaptaram-no para seu corpo à sua maneira e assim ficaram. O gesto técnico ou técnica é a execução de um trabalho com menor gasto de energia em um tempo reduzido! Mas às vezes o atleta prefere diferente, porque se sente melhor desse jeito! Se ela/ele estão tendo dificuldades de passar uma bola em virtude de um não conhecimento da técnica tudo bem, ele/a precisa saber como passar. Ja ouvi jogadores dizerem que gostam de passar bem baixo (c/joelhos e quadril bem flexionados) por que gostam. Observei e perguntei só para certificar minha teoria: essas/es jogadores normalmente têm grande massa muscular no quadríceps, maior amplitute de afastamento de pernas, músculos fortes e flexíveis no quadrado lombar, no qual se você pensar, fica ate confortável &#8220;para elas/eles&#8221; repetir essa execução em virtude da estabilização que esse grupo muscular dá, e conforto, além é claro dos resultados subsequentes nesse passe&#8230;as chances de êxito são bem maiores. Agora, passar isso a uma criança ou alguém com diferente capacidade nos músculos citados, dificuldades em flexibilidade? Da mesma maneira ja vi estudantes passarem a bola apenas colocando o tronco um pouco à frente, sem afastar as pernas e malm (?) demasiado e ser extremamente precisos! Lá vou eu novamente &#8220;ver&#8221; o que é que eles têm! Não sei se faz sentido o que acabei de escrever, mas gostaria de saber se alguém pensou nisso. Desculpem por meu teclado que não está configurado propriamente. Abraço a todos.</p>
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		<title>By: Roberto A. Pimentel</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-5921</link>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:43:20 +0000</pubDate>
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		<description>Caros amigos do Volei Clube de Setúbal - VCS. Sinto-me lisonjeado por terem elegido um dos meus textos para compor sua galeria de difusão do voleibol em solo português. Poderão fazê-lo sempre que os agradar, não sendo necessário registro neste Procrie. Sou um dos seguidores do site VCS e a simples referência ao meu nome e a fonte são suficientes para este nosso intercâmbio que espero perdure por muito tempo. Continuarei a me esforçar para agradá-los e a seus seguidores. Grato!     
http://vcs1990.wordpress.com/2011/12/06/treino-da-defesa-procrie/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos do Volei Clube de Setúbal &#8211; VCS. Sinto-me lisonjeado por terem elegido um dos meus textos para compor sua galeria de difusão do voleibol em solo português. Poderão fazê-lo sempre que os agradar, não sendo necessário registro neste Procrie. Sou um dos seguidores do site VCS e a simples referência ao meu nome e a fonte são suficientes para este nosso intercâmbio que espero perdure por muito tempo. Continuarei a me esforçar para agradá-los e a seus seguidores. Grato!<br />
<a href="http://vcs1990.wordpress.com/2011/12/06/treino-da-defesa-procrie/" rel="nofollow">http://vcs1990.wordpress.com/2011/12/06/treino-da-defesa-procrie/</a></p>
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		<title>By: Treino da Defesa &#8211; PROCRIE &#171; VCS</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-5916</link>
		<dc:creator>Treino da Defesa &#8211; PROCRIE &#171; VCS</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 10:30:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Treino da Defesa &#8211;&#160;PROCRIE    Autor : Roberto A. Pimentel Ligação : http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386 [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Treino da Defesa &#8211;&nbsp;PROCRIE    Autor : Roberto A. Pimentel Ligação : <a href="http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386" rel="nofollow">http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386</a> [...]</p>
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		<title>By: Roberto A. Pimentel</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-2244</link>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 17:17:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.procrie.com.br/?p=5386#comment-2244</guid>
		<description>Obrigado Cristina por sua visita. Tenho certeza de que aprenderemos muitas outras coisas. Espero tê-la sempre por perto a me incentivar e a buscar sempre mais nesta nossa cruzada. Coloca duas questões importantes que lhe parecem antagônicas: o autodidata e o autor de um livro. Embora você tenda para a primeira, permite que se depreenda uma dúvida - &quot;como resolvê-las? Para não me alongar, peço a você e aos demais internautas que me acompanham não deixarem de ler (e discutir) a série &quot;O Circuito do Ensino&quot;. Ou, se preferirem, comprem o livro &quot;O Código do Talento&quot;, de Daniel Coyle. Nesta série perceberão o valor das pesquisas (livro) colocadas em prática por um autodidata, isto é, para aquele que fazia mas não sabia definir este saber e, principalmente, tornar-se capaz de desenvolvê-lo com relativa competência (espero). Muitas histórias serão contadas com exemplos de Vida, inclusive em outras áreas não-desportivas. Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Cristina por sua visita. Tenho certeza de que aprenderemos muitas outras coisas. Espero tê-la sempre por perto a me incentivar e a buscar sempre mais nesta nossa cruzada. Coloca duas questões importantes que lhe parecem antagônicas: o autodidata e o autor de um livro. Embora você tenda para a primeira, permite que se depreenda uma dúvida &#8211; &#8220;como resolvê-las? Para não me alongar, peço a você e aos demais internautas que me acompanham não deixarem de ler (e discutir) a série &#8220;O Circuito do Ensino&#8221;. Ou, se preferirem, comprem o livro &#8220;O Código do Talento&#8221;, de Daniel Coyle. Nesta série perceberão o valor das pesquisas (livro) colocadas em prática por um autodidata, isto é, para aquele que fazia mas não sabia definir este saber e, principalmente, tornar-se capaz de desenvolvê-lo com relativa competência (espero). Muitas histórias serão contadas com exemplos de Vida, inclusive em outras áreas não-desportivas. Um abraço.</p>
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		<title>By: Cristina Mendes Corrêa</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-2243</link>
		<dc:creator>Cristina Mendes Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 16:05:07 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom o texto! Faltam técnicos com essa experiência hoje no voleibol. Essas fotos mostram erros muito comuns hoje e, por falta de um técnico experiente e que saiba o que está ensinando, não são corrigidos, e viram vícios difíceis de reparar. Esses são movimentos que fazem toda a diferença se feitos corretamente! Eu creio nos autodidatas que nascem com o dom de ensinar, é inerente e inevitável todo o conhecimento adquirido na vida. Não é qualquer um que tem. Experiência vivida não se acha em livros. De que adianta o livro dizer alguma coisa, se na prática acontecem imprevistos não escritos em material nenhum? Como resolvê-los? Parabéns pelo artigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto! Faltam técnicos com essa experiência hoje no voleibol. Essas fotos mostram erros muito comuns hoje e, por falta de um técnico experiente e que saiba o que está ensinando, não são corrigidos, e viram vícios difíceis de reparar. Esses são movimentos que fazem toda a diferença se feitos corretamente! Eu creio nos autodidatas que nascem com o dom de ensinar, é inerente e inevitável todo o conhecimento adquirido na vida. Não é qualquer um que tem. Experiência vivida não se acha em livros. De que adianta o livro dizer alguma coisa, se na prática acontecem imprevistos não escritos em material nenhum? Como resolvê-los? Parabéns pelo artigo.</p>
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		<title>By: Roberto A. Pimentel</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-1560</link>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.procrie.com.br/?p=5386#comment-1560</guid>
		<description>Professor Marcelo,
Grato por sua participação. Os que me acompanham desde algum tempo perceberam que sou autodidata, isto é, aprendi muita coisa utilizando minhas percepções sobre as técnicas dos movimentos. Pouco estudo ou leitura tinha, possivelmente foram compensados pela intuição. Certamente, carrego no DNA algo que me facilitou nesse sentido. Some-se a vontade e perseverança na busca dos objetivos. Os livros que andei bisbilhotando referem-se única e exclusivamente à Psicologia Pedagógica e à Psicocinética. O resto, a própria vida foi me ensinando e, confesso, descubro aos 70 anos que pouco sei.
Segundo consignou, Platonov teoriza sobre a complexidade da habilidade e automatização dos movimentos, no que concordo. Mas em que isto auxilia um professor ou treinador na sua prática?  Uma frase frequentemente citada de Kant anda a me guiar: &quot;Todos os conhecimentos humanos começam por intuições, avançam para concepções e terminam com ideias&quot;. A minha interpretação do dictum de Kant: “Aprender começa por uma ação e uma percepção, avança daí para palavras e conceitos, e devia acabar em hábitos de pensamento desejáveis. Sumariando: &quot;Para uma aprendizagem eficiente, uma fase exploratória deve preceder a fase de verbalização e formação de conceitos e, eventualmente, o conteúdo aprendido deve fundir-se e contribuir para a atitude mental essencial do aprendiz&quot;. Este é o princípio das fases consecutivas que recomendo aos professores na sua árdua tarefa de ensinar. Faça uma visita à Categoria Metodologia e Pedagogia, especialmente ao texto &quot;Técnicas de Ensino do Voleibol&quot;. Finalizando, tudo o que está consignado neste site visa ao aperfeiçoamento do profissional de educação, daí o tema da logomarca &quot;Aprender a Ensinar&quot;. Quanto ao assunto &quot;Treinamento de Defesa&quot; darei continuidade brevemente aos conceitos que adquiri exclusivamente nas minhas práticas de ensino. Muito obrigado por sua participação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor Marcelo,<br />
Grato por sua participação. Os que me acompanham desde algum tempo perceberam que sou autodidata, isto é, aprendi muita coisa utilizando minhas percepções sobre as técnicas dos movimentos. Pouco estudo ou leitura tinha, possivelmente foram compensados pela intuição. Certamente, carrego no DNA algo que me facilitou nesse sentido. Some-se a vontade e perseverança na busca dos objetivos. Os livros que andei bisbilhotando referem-se única e exclusivamente à Psicologia Pedagógica e à Psicocinética. O resto, a própria vida foi me ensinando e, confesso, descubro aos 70 anos que pouco sei.<br />
Segundo consignou, Platonov teoriza sobre a complexidade da habilidade e automatização dos movimentos, no que concordo. Mas em que isto auxilia um professor ou treinador na sua prática?  Uma frase frequentemente citada de Kant anda a me guiar: &#8220;Todos os conhecimentos humanos começam por intuições, avançam para concepções e terminam com ideias&#8221;. A minha interpretação do dictum de Kant: “Aprender começa por uma ação e uma percepção, avança daí para palavras e conceitos, e devia acabar em hábitos de pensamento desejáveis. Sumariando: &#8220;Para uma aprendizagem eficiente, uma fase exploratória deve preceder a fase de verbalização e formação de conceitos e, eventualmente, o conteúdo aprendido deve fundir-se e contribuir para a atitude mental essencial do aprendiz&#8221;. Este é o princípio das fases consecutivas que recomendo aos professores na sua árdua tarefa de ensinar. Faça uma visita à Categoria Metodologia e Pedagogia, especialmente ao texto &#8220;Técnicas de Ensino do Voleibol&#8221;. Finalizando, tudo o que está consignado neste site visa ao aperfeiçoamento do profissional de educação, daí o tema da logomarca &#8220;Aprender a Ensinar&#8221;. Quanto ao assunto &#8220;Treinamento de Defesa&#8221; darei continuidade brevemente aos conceitos que adquiri exclusivamente nas minhas práticas de ensino. Muito obrigado por sua participação.</p>
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	<item>
		<title>By: prof marcelo rocha (Acad. plenaforma)</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386/comment-page-1#comment-1558</link>
		<dc:creator>prof marcelo rocha (Acad. plenaforma)</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 15:48:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.procrie.com.br/?p=5386#comment-1558</guid>
		<description>muito boa a matéria mas seria interessante colocar algumas referencias bibliográficas.
 No aspecto movimento será que depende somente do volitivo?
E o aspecto gestual? A postura para permitir todo o movimento com suas compensações, o gesto. Temos que ver o aspecto biológo, biomecânico, psicológico e pedagógico
De acordo com PLATONOV habilidade e a automatização dos movimentos sào complexas, porque a primeira é uma forma primitiva do gesto, sem consciência, e o segundo depende das funções cerebrais inferiores do encéfalo (motora) e superiores do SNC(execução da parte lógica). O aperfeiçoamento tem de ser tambem do profissional(o técnico),para não ser um repetidor de treinamentos. Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito boa a matéria mas seria interessante colocar algumas referencias bibliográficas.<br />
 No aspecto movimento será que depende somente do volitivo?<br />
E o aspecto gestual? A postura para permitir todo o movimento com suas compensações, o gesto. Temos que ver o aspecto biológo, biomecânico, psicológico e pedagógico<br />
De acordo com PLATONOV habilidade e a automatização dos movimentos sào complexas, porque a primeira é uma forma primitiva do gesto, sem consciência, e o segundo depende das funções cerebrais inferiores do encéfalo (motora) e superiores do SNC(execução da parte lógica). O aperfeiçoamento tem de ser tambem do profissional(o técnico),para não ser um repetidor de treinamentos. Um abraço</p>
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