O Quê um Técnico Pode Ensinar a um Professor?

Boa Vista, estádio, Gira Volei Porto, Porugual

 

Despertando Mentes para a Vida 

A noção de ponto ideal da aprendizagem foi conceitualizada por Robert Bjork, sobretudo pelo psicólogo russo Lev Vygotsky nos anos 1920, mas com um nome menos sedutor: Zona de Desenvolvimento Proximal. Nessa busca, deparamo-nos com vários embates, um deles revelado na expressão “Você não ensinou enquanto eles não tiverem aprendido”, cremos que há muito em desuso. Poderia ser denominada como ilusão de competência? Como então, avaliar nossa própria  competência e motivação voltada para o Ensino?

Reporto-me ao Fórum do sítio português Sovolei. Ali são debatidos alguns temas propostos ou pelos gestores ou internautas. Um deles, muito embora postado remotamente e com única intervenção,  despertou-me a atenção por ainda ser bastante atual, inclusive para uma analogia com o momento brasileiro e ao que vimos pregando.

Eis algumas considerações que coloco, ao tempo em que os convido a buscarem subsídios e soluções para a empreitada, tanto do lado brasileiro, como português. Ou pesquisemos, estudemos as situações, ou estaremos dando voltas em torno de um mesmo ponto.

Como surgem as ideias – A inteligência não pode desenvolver-se sem conteúdo. Fazer novas ligações depende de saber o suficiente sobre algo em primeiro lugar para ser capaz de pensar em outras coisas para fazer, em outras perguntas a formular, que exigem as ligações mais complexas a fim de compreender tudo isso. Uma vez que o conhecimento é organizado em uma estrutura coerente, nenhum conceito pode existir isoladamente. Assim, cada ideia é apoiada e colorida por uma rede de outras ideias. (Piaget)

José Curado – (…) “Não há progresso significativo sem investigação. É preciso acabar com o clima de desconfiança há muito existente entre os teóricos e os práticos, avançando para projectos de cooperação entre uma Academia verdadeiramente aberta à comunidade e a actividade desenvolvida pelos atletas e treinadores, contribuindo para a resolução dos problemas levantados por esta”.

Leia mais… Aprender a Pensar  (e técnicas do Design thinking)

 

SOVOLEI…

A Formação de hoje, no futuro do voleibol nacional (português)

Por Jorge Antunes: 15/out./2008

Este é mais um tema para reflexão, tendo por base os dados sobre as equipas femininas e masculinas que divulgamos hoje no nosso site sovolei. Contamos com a colaboração de toda a comunidade Sovolei.

Comentários

Por Joaquim Teixeira: 15/out./2008

Realmente, aqui está um tema que nos deixa pensativos. Pois os números não enganam ninguém e o facto é que mesmo com Gira Volei, Mini Voleibol, os números parecem ser de aumento no sector feminino e o masculino em grande descida. O facto é que a prova toda disso já não é só de agora, e as últimas actuações por parte da “nossa” federação não tem trazido nada de bom para os jovens atletas nacionais. E para aqueles que podem ter esquecido, relembro que este ano não houve final do nacional de volei de praia na categoria de juniores e aos qual nunca foi dada uma explicação convincente aos atletas.
Mas isto não é nada comparado, com a propaganda que a federação faz e na qual morre ao inicio, pois é muito bonito irmos ás escolas, com alguns atletas de nome, que para a nossa federação, apenas existe o Miguel Maia, enquanto que outros apenas parecem fazer parte de contratos com os quais a federação nunca cumpre, e neste caso chega-se lá com o Miguel, joga-se um pouco, fala-se pro tecto, porque a miudagem esta mais interessada noutra coisa, e depois joga-se um pouco e mais nada. Quando na minha opinião deveria haver incentivos aos clubes, pois estes é que fazem com que além do clube possa crescer, consiga num futuro próximo trazer novos atletas.

Responder a esta mensagem – Até hoje (17/jun./2014) pessoa alguma fez comentário sobre o assunto. Então, resolvi manifestar-me, até para ver como andam as coisas por lá e aproveitar para informá-los como está no Brasil.

Comentários

Por Roberto A. Pimentel, 17/jun./2014

Dificuldades e soluções

Prezado Jorge Antunes, Joaquim Teixeira e demais agentes desportivos adeptos do voleibol, além de professores e professoras em atividades nas escolas ou clubes. Como não tenham se manifestado (os portugueses) á época, entendo que não ocorreram ideias “salvadoras” para sanar o problema. Certamente que uma nova intromissão desse professor estranho será entendida por muitos como mais uma inconveniência em assuntos domésticos que desconhece, incluso como pensa e reage a comunidade lusitana. Mas faço-o movido por um único sentimento: o de contribuir com minha experiência, desapegado de qualquer retorno. Diria, “por elevado estímulo de simpatia e amor”!

Tanto tempo se passou desta colocação acima – foi em outubro de 2008 -, portanto há cinco anos e quatro meses e, se mais uma vez renovarmos o questionamento do Jorge Antunes, o que poderiam dizer sobre a mesma “Formação de agora”. Além dessa, também o português José Curado manifestara seu alerta no Congresso do Desporto (PNFT – O presente e o futuro) em 10/jan./2006, conclamando a todos:

“Desejo que o Congresso, no seu espírito e nos seus vários momentos, não se deixe ‘enredar’ pelos ‘dramas’ e problemas da ‘velha ordem’ desportiva, uma vez que precisamos urgentemente de algo novo para nos preparar para um futuro melhor”. E em sequência: “Não há progresso significativo sem investigação. É preciso acabar com o clima de desconfiança há muito existentes entre os teóricos e os práticos, avançando para projectos de cooperação entre uma Academia verdadeiramente aberta à comunidade e a actividade desenvolvida pelos atletas e treinadores, contribuindo para a resolução dos problemas levantados por esta”.

O que foi realizado, tanto pela Federação Portuguesa de Voleibol (FPV), como por treinadores (e seu Conselho), professores e professoras em seus clubes e escolas? E mais, o que faz o Departamento Técnico em relação aos Cursos de Treinadores? Se nada mudou pode-se depreender que vários fatores deixaram de agir em favor dos métodos de ensino e não simplesmente imputar culpa aos dirigentes esportivos. Enfim, nesses mais de cinco anos teriam estado a repetir as mesmas receitas técnicas que lhes ensinaram nos bancos universitários e nos cursos modelo Fivb? Alguém teria tentado mudar algo?

Reparem que o trabalho em um clube à frente de suas participações em campeonatos, especialmente em se tratando de atletas em Formação, é uma faca de dois gumes, tanto contribui para suas expectativas, quanto prejudica em algumas circunstâncias. Saber desenvolvê-lo com sabedoria é realmente dificílimo e requer muitos anos de experiência. Colocados nesta situação, os maiores prejudicados são os próprios jovens atletas que, em sua esmagadora maioria, são preteridos e dispensados, mesmo aqueles que alcançam a categoria juvenil (em torno dos 18-19 anos de idade). Parece-nos, inclusive, que a relação custo-benefício é contra o próprio clube.

MiniSG3Creio que não há melhores interlocutores do que VOCÊS que estão envolvidos diretamente. Apenas ainda não descobriram como FAZER! Isto requer uma ajuda catalizadora que detone o processo de solução. Ou então, acredito que saibam, mas forças ocultas impedem suas iniciativas. Devem ser as que se referem quando dizem que não conheço a realidade portuguesa.

Enquanto isto, além-mar…!

Não pensem que no Brasil é diferente. Talvez seja até pior, mas como cada caso é um caso, não adianta compararmos. Basta que saibam que passamos por uma crise que já se manifesta neste momento proporcionada pela profissionalização do voleibol no país, não tão bem administrada pela CBV e que agora dá sinas de desgaste. E tudo se resume à FORMAÇÃO de novos atletas, o que muitos chamam inconvenientemente de “peças de reposição”. Não se esquecendo de que também nós temos forças ocultas, e até de sobra.

Ocorre que quando dizemos “se resume à Formação”, sabemos que a extensão da frase é bem maior do que os 17 caracteres possam dizer. Por exemplo, a quem cabe “formar” os atletas? Que experiência e que métodos utiliza? Não estariam esses treinadores sujeitos a problemas similares dos técnicos das equipes principais? Quem deve orientá-los? Cremos que essas questões são primordiais no novo contexto que pretendemos. Procurarei resumir em um exemplo prático como pensam nossos professores/treinadores iniciantes e dirigentes.

Técnico ensinando a um professor?

Recebi pela web convite público para indicar técnico para um curso em Macapá, capital do Estado do Amapá, situada na Região Norte do Brasil no denominado escudo das Guianas. Como  se destinava à Formação de professores em escolas, entendi que poderia bem representar o papel e indiquei-me, tendo me apresentado através do blogue (Procrie). Minha surpresa ficou por conta de um dos professores locais exprimir-se afirmando que o melhor seria que fosse o Bernardinho. Embora em tom de brincadeira, achei que representava o que muitos pensam. Então, disse-lhe: Seria bastante motivante para todos vocês terem o Bernardo presente ao curso, todavia não sei se teriam proveito as suas palavras para o que se propuseram, isto é, não creio que ele tenha o preparo necessário para atender às suas necessidades na Formação de estudantes atletas. Por isto, insisto, seria melhor que repensassem sobre seus objetivos. E aí terminou nossa  conversa. Nem o Bernardo nem eu fomos ao Norte. Atualmente, os amapaenses são responsáveis por 302 visitas a este Procrie. Será que estão realmente aprendendo a ensinar? Pelo menos economizaram uma boa fortuna.

Em outra oportunidade, na área da Federação de Voleibol do Rio de Janeiro, fomos surpreendidos com o convite para figurar em um Conselho de Treinadores com o objetivo de incrementar o esporte no Estado. Isto, depois de esgotarem alguns pífios estudos (sic) com indivíduos não capacitados para a tarefa. Foi uma pena declinarmos, pois não vimos consistência alguma em sua administração.

CONCLUSÃO

Após anos de pesquisas, contatos e diligências, decidi pela criação solitária de um blogue para expor ideias no processo educativo que caminhassem segundo um norte orientador, pensando e agindo segundo meu instinto e experiências práticas. Pelos resultados obtidos em quatro anos de atuação, creio que colhi bons frutos, o que me anima a permanecer fiel à Missão que me impus. Neste momento estamos providenciando o 2º PASSO: Cursos Presenciais e a instalação no Rio de Janeiro de um Centro (físico) de Referência para acolher professoras e professores, além de acadêmicos de Educação Física: coorientação, estágio e residência pedagógica.

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Formação de treinadores… e professores

– Qual deveria ser o perfil de um bom professor formador de um jovem atleta? 

Foi com esse intento que mais uma vez apresentei à Confederação projeto nacional visando à solução dos problemas que nos afligem. São variados, mas coincidem com os seus em muitos aspectos, como detectado por José Curado: a) dramas e problemas da velha ordem desportiva; b) projetos de cooperação entre uma Academia verdadeiramente aberta à comunidade e à atividade desenvolvida pelos atletas e treinadores.

Como não houve qualquer manifestação dos agentes intervenientes no voleibol é inevitável que tudo permaneça como em priscas eras. Caso ninguém dê a cara à tapa, nada se constrói e mais gerações estarão prejudicadas.

Um contributo… 

digitalizar0004Venho lutando desde 1974 para a implantação do Mini Voleibol nas escolas do país enfrentando as maiores dificuldades. Não obstante, a cada NÃO revalido meu empenho em continuar a luta, alimentado pela certeza de que trilho um caminho correto e ainda não explorado. Apesar de um bom relacionamento com dirigentes da Confederação – atuamos juntos em campeonatos cariocas na década de 60 – o máximo que consegui foi a implantação do Viva Vôlei – uma franquia -, sem as características com que havia sonhado. Não houve a preocupação em instruir adequadamente os professores e professoras, as figuras preponderantes em tais procedimentos. Não creio que a franquia vá prevalecer por muito tempo no cenário nacional. Falta aquele algo mais que transcende o “negócio”; falta AMOR, paixão aos seus gestores. E muita, muita Metodologia e Pedagogia, ausentes nos bancos universitários e curso de treinadores.

A proposta endereçada à CBV está em sua terceira tentativa de me fazer ouvir e convencer aos novos dirigentes, da importância de uma mudança radical no relacionamento da entidade com os treinadores e professores. E à acuidade em pesquisas relativas à Metodologia a se empregar no Brasil. Vejam a seguir o teor de minha missiva mais recente:

1º GRANDE PASSO…

MiniEuFavBairro INVERTIDA Em busca da Qualidade na Educação o Autor trilha caminhos criativos e originais, e dá sua contribuição ao que denominou Contributo ao Desenvolvimento do Voleibol, um grande salto em Método de Ensino para qualquer desporto. Oferece um blogue que desvenda a Arte de Ensinar, aproxima teoria da prática, e discute o Esporte Escolar sob a ótica pedagógica e interdisciplinar.

 

O Grande Salto… Procrie

Desenvolvemos pesquisas e estudos ao longo desses últimos quatro anos com resultados indicativos incríveis. Elegemos uma estratégia voltada para o principal agente – o Professor de Educação Física – que se constitui no vetor dessa transformação. Uma segunda constatação, identificamos o valor inestimável de uma legião de profissionais alijadas do processo: PROFESSORAS e ALUNAS.

Contributo ao Desenvolvimento do Voleibol

Este Contributo caracterizado no Procrie, tem caráter socioeducativo, contempla crianças e adolescentes com propostas perfeitamente viáveis. Tecnicamente diferencia-se pelo oferecimento de Formação Continuada virtual (EaD) e Cursos Presenciais in loco. Estes, utilizados não só como complemento às instruções, mas principalmente na solução de problemas.

Temos metas e objetivos definidos, além de uma estratégia nunca vista no Brasil, só nos restando o apoio nos Cursos Presenciais.

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MiniSGParaquedasCFinalizando, entrevistamo-nos com o atual vice-presidente da entidade, Neuri Barbieri, quando percebemos comunhão em nossos propósitos, o que nos animou a permanecer vigilantes para desdobramentos efetivos em futuro próximo. Enfatizamos que o Procrie é viável, ultrapassou barreiras desde 1974 atendendo milhares de indivíduos com aceite do SESI Nacional, Nuzman, Ary Graça (Viva Vôlei), Bernardinho (Rexona,  Paraná). Além de várias escolas em Niterói (RJ).

A seguir assinalamos os tópicos propostos à CBV reiteradas vezes:

  • Missão: Qualidade no Ensino Esportivo nas Escolas, para qualquer desporto. 
  • VisãoAprender a Ensinar conciliando teoria e prática; é a Meritocracia. 
  • O PROFESSOR e o ALUNO estão no centro do processo.
  • Centro de pesquisas, coorientação, estudos metodológicos e residência pedagógica.

Justificativa…

  1. Projeto contempla um olhar pedagógico, pois historicamente a CBV está voltada para o esporte SELETIVO e não EDUCACIONAL, este recomendado nos seu Estatuto,  pela Fivb (Leipzig/72) e na Reunião Estratégica da CBV (out./1996).
  2. O problema do professor na escola não está nos salários, mas em sua formação moral e acadêmica. Só compor equipes competitivas não democratiza o esporte.
  3. Sítio exclusivamente educacional – Prezi –  (13,4 mil visitas) voltado para palestras: foco investigativo no Esporte Escolar e Lazer.

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Procrie em Portugal… 11.747 visitas.

Portugal jun 2014Quanto ao Sovolei, sou um dos felizardos por estar no time de seus colaboradores em artigos técnicos há algum tempo. Neste período, produzimos alguns artigos que provocaram o interesse dos portugueses. Entre eles, oito balizaram para um viés que nos surpreenderam. Trata-se da espetacular aceitação que despertaram entre os aficionados do voleibol, especialmente àqueles que tratam e buscam um melhor ensino para seus alunos ou atletas.

Percebam nas informações que nos foram passadas em 5/maio/2014. Alguns números de artigos publicados no Sovolei:

 

      • Treino de Defesa – 31.666 visitas
      • Entrevista a Roberto Pimentel – 28.126 visitas
      • A Liberdade de não Aprender… – 28.001 visitas
      • Treino de Atletas Canhotos – 26.644 visitas
      • Saque Táctico e Barreira – 21.874 visitas

Subtotal… 136.311 visitas

Em relação àqueles que publicamos ultimamente:

      • Curso Prático: Métodos & Pedagogia no Vôlei – 1.358 visitas
      • Professoras de Educação Física – 4.655 visitas
      • Ideias Maravilhosas em Metodologia – 6.585 visitas

Subtotal…   12. 598 visitas

TOTAL …….  148.909 visitas 

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Conteúdos e repercussão… em 988 municípios

Brasil jun 2014 Enquanto isto, passamos a uma segunda fase em nossos textos no Procrie como já devem ter percebido. Nos últimos meses houve um incremento no tempo médio por página visitada, que passou dos 2min 27s, para 3min 20s. Isto torna nossos textos bastante significativos para os leitores ávidos por novas experiências e vivências, como já nos demonstraram alguns professores. Isto é suficiente e mais  representativo do que as 187 mil (89,3% no Brasil), visitas a 300 mil páginas nos quatro anos do Procrie. Atualmente, são 528 artigos postados que contam a História do Voleibol no Brasil, a introdução do Mini Vôlei, Metodologia e Pedagogia aplicáveis a qualquer desporto, Formação Continuada para professores, além de aspectos de algumas cidades ou países que tenham relacionamento com o blogue.

Atualmente, move-nos o impulso em direção às PROFESSORAS de Educação Física responsáveis pelo desenvolvimento motor das meninas.

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E VOCÊ… Professora ou professor, compartilhe suas ideias e problemas.

Lembrando Piaget quando ministrava curso sobre inteligência, ele começava perguntando:

 –  O que é inteligência?

– Inteligência é o que nos possibilita adaptarmo-nos a novas situações.

Será que a obstinação, verdadeira paixão, aliada a uma experiência de muitos anos e estudos e contatos com diversos personagens e intérpretes ajudariam a compor algo para que pudessem dar um GRANDE SALTO no ensino do voleibol?

Como já perceberam, não sou de desistir. Permanecerei no meu posto, ainda que diminuto, a sonhar alto. Quem tiver coragem e desprendimento, siga-me ou, melhor, oriente-me! Estarei sempre ao aguardo, especialmente de VOCÊS, professoras e professores. E para não ofender ninguém, que venham também os treinadores, com especial atenção para aqueles que lidam com a Formação de jovens atletas.

Aos internautas que nos prestigiam com suas leituras e interesse em Aprender a Ensinar o nosso agradecimento… Muito obrigado.

 

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