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	<description>Projeto de um Centro de Referência em Iniciação Esportiva</description>
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		<title>Evolução e História do Voleibol</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 11:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogo e Evolução das Regras]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Cristã de Moços - ACM]]></category>
		<category><![CDATA[Cronologia]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução das regras]]></category>
		<category><![CDATA[evolução do jogo]]></category>
		<category><![CDATA[História do Voleibol no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução em diversos países]]></category>
		<category><![CDATA[Mintonette]]></category>
		<category><![CDATA[Quadro sinótico da evolução das Regras]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol Centenário]]></category>

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		<description><![CDATA[História do Voleibol. Com base principalmente nos dados fornecidos pela Fivb faço um retrato da evolução do voleibol no mundo desde sua criação em 1895 até o final do séc. XX. O meu agradecimento ao professor e excelente árbitro Josebel G. Palmeirim, que dedicou sua vida à nobre função com maestria, tornando-se um dos melhores árbitros do Brasil e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6400" class="wp-caption aligncenter" style="width: 400px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Foto-7-Desenho.jpg"><img class="size-medium wp-image-6400" title="Foto 7 Desenho" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Foto-7-Desenho-300x233.jpg" alt="" width="390" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Fivb, Josebel G. Palmeirim, Roberto A. Pimentel – Arte: Michel Maron.</p></div>
<p><strong>História do Voleibol. </strong>Com base principalmente nos dados fornecidos pela Fivb faço um retrato da evolução do voleibol no mundo desde sua criação em 1895 até o final do séc. XX. O meu agradecimento ao professor e excelente árbitro Josebel G. Palmeirim, que dedicou sua vida à nobre função com maestria, tornando-se um dos melhores árbitros do Brasil e da Federação Internacional. Atualmente é o presidente da COBRAV, Comissão Brasileira de Arbitragem de Voleibol.   </p>
<p><strong>Volley-Ball Centenário. </strong>Devemos reconhecer os esforços da Associação Cristã de Moços &#8211; ACM para que o voleibol se difundisse por todo o mundo. Entretanto uma parcela desse mérito se deve às Forças Armadas americanas também responsáveis pela explosiva promoção do jogo, tanto fora como dentro do país. Acompanhem os relatos passo a passo.   </p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cronologia</strong>     </p>
<p><strong>1895 -</strong> A ACM contribuiu para o mundo esportivo com a criação de dois jogos – basquete e voleibol – que depois de cinco décadas tornaram-se populares em todo o mundo. Em 1895, na cidade de Holyoke, Massachusetts, William G. Morgan, diretor de Educação “Física da YMCA &#8211; Young Men’s Christian Association –, desenvolveu a idéia de um jogo num pátio. Chamou-o de Mintonette. Para isto, estendeu uma rede de tênis no meio de um ginásio, numa altura aproximadamente de 1,90m acima do solo e dividiu ao meio o espaço (quadra) de 15,20m. Pensou em incorporar ao seu novo jogo elementos do tênis, beisebol e handebol. O jogo começava, então, com uma saída (saque) por sobre a rede e, para tanto, foram concedidas três ”saídas“ a cada sacador, antes de se permitir ao time adversário que sacasse. Quando a bola batia no chão, ou quando o jogador falhava ao passar a bola por sobre a rede, resultava isto numa “saída” ou saque para o adversário. Como a bola permanecia em contínuo vaivém, basicamente um voleio, o novo jogo foi batizado de VOLEIBOL (A.T. Halstead, professor do Springfield College).     </p>
<p><strong>1896 -</strong> Após uma demonstração na ACM, vizinha de Springfield, o nome “Mintonette” foi substituído por “Volleyball”.     </p>
<p><strong>1900 -</strong> Expandido para Dayton, Ohio. Várias experiências foram realizadas e, nesse ano, a Associação dos Diretores de Educação Física da ACM adotou um novo conjunto de regras: a rede subiu para 2,13m; foram eliminados os turnos e padronizaram a bola; o “jogo” (set) seria jogado em 21 pontos. As regras foram modificadas por W. E. Day que, depois de aceitas, foram publicadas. O Canadá foi o primeiro país estrangeiro a adotar o voleibol.     </p>
<p><strong>1906 -</strong> Cuba descobre o voleibol nesse ano graças a Augusto York, um oficial das Forças Armadas dos EUA.     </p>
<p> <strong>1907 -</strong> O voleibol passa a ser considerado um dos jogos mais populares ao ar livre.     </p>
<p><strong>1908</strong> <strong>- </strong>O voleibol chega ao Japão por Hyozo Omori, um graduado do Colégio Springfield, que realizou a primeira demonstração das regras do novo jogo na ACM de Tóquio.       </p>
<p><strong>1910</strong> <strong>- </strong>Tem início também na China com Max Exner e Howard Crokner; jogavam até 21 pontos com 16 jogadores de cada lado. No mesmo ano, Elwood Brown (diretor nacional de Educação Física da ACM) foi convidado pela Divisão de Trabalho Estrangeiro para ir às Filipinas a fim de promover o voleibol além mar; em apenas dois anos organizou os primeiros Jogos do Extremo Oriente, em Manila, com times representativos da China, Japão e Filipinas. Nos EUA, deu-se um ímpeto decisivo no jogo por Prevost Idell, também um diretor da ACM de Germantown. Em muito pouco tempo existiam 5 mil campos de jogo públicos e particulares. Na América do Sul, a modalidade foi inaugurada oficialmente nesse ano, no Peru.    </p>
<p style="text-align: right;">(continua&#8230;)    </p>
<p style="text-align: right;"> </p>
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		<title>Sistemas de Informação no Voleibol</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogo e Evolução das Regras]]></category>
		<category><![CDATA[Ações de jogo]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Como avaliar o MELHOR]]></category>
		<category><![CDATA[Critérios de avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas em Voleibol]]></category>
		<category><![CDATA[nível de exigência]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade na execução de exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Repetição de exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Informação (SI)]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Informação no Voleibol (SIV)]]></category>
		<category><![CDATA[Transferência de jogadores]]></category>
		<category><![CDATA[Volleyball Information Systems (VIS)]]></category>

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		<description><![CDATA[             
Informação e Estatística     
Meu primeiro contato com as chamadas &#8220;Estatísticas&#8221; do voleibol ocorreu às vésperas do XII Campeonato Mundial masculino realizado no Brasil, em 1990. As &#8220;chaves&#8221; se desenvolveram em várias cidades &#8211; Curitiba, Brasília e Rio de Janeiro - culminando com os jogos finais no Maracanãzinho. A FIVB enviou o seu mais destacado técnico especialista (talvez o criador) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-6171   alignright" title="logo menor" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor-300x126.jpg" alt="" width="201" height="77" /></strong></a>             </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Informação e Estatística </strong>    </p>
<p style="text-align: left;">Meu primeiro contato com as chamadas &#8220;Estatísticas&#8221; do voleibol ocorreu às vésperas do XII Campeonato Mundial masculino realizado no Brasil, em 1990. As &#8220;chaves&#8221; se desenvolveram em várias cidades &#8211; Curitiba, Brasília e Rio de Janeiro - culminando com os jogos finais no Maracanãzinho. A FIVB enviou o seu mais destacado técnico especialista (talvez o criador) do sistema Horst Baacke, um alemão da ex-Alemanha Oriental. Efetuou cursos nas três cidades assessorado pelo presidente do Conselho de Treinadores da CBV, o Comandante Célio Cordeiro Filho. Participei do curso no Rio como ouvinte, uma vez que não me interessava atuar na especialidade durante os jogos. Foi muito interessante, apesar de alguns problemas na tradução com a intérprete, sem qualquer intimidade com o jargão do voleibol. Não me recordo quantos dias, mas creio que não passou de uma semana. Foi utilizado o ginásio principal da Escola de Educação Física do Exército, desde aquela época a quadra principal da CBV. Coincidentemente, num daqueles dias recebemos a visita da seleção principal da Itália que realizou treino amistoso com uma seleção brasileira de novos, concentrada naquela unidade militar.          </p>
<p style="text-align: left;">O curso desenrolou-se na parte da tarde com algumas aulas teóricas e as práticas, sempre no ginásio, com a utilização de equipes infanto juvenis de clubes cariocas, especialmente do Fluminense. Contudo, não tenho certeza, mas tenho a vaga impressão que o técnico alemão atribuía 5 valores &#8211; de zero a 4 &#8211; para representar cada intervenção de uma atleta. Assim, em caso de erro absoluto (nota zero); algum resultado, mas ainda bastante deficiente (nota 1); relativo sucesso, mas com defeito (nota 2); quase perfeito, mas podendo melhorar (nota 3); e finalmente, nota 4 para a atuação perfeita. Ora, era tarefa impossível de ser assimilado rapidamente por olhos estranhos ao vôlei, representado pelo contingente de estagiários universitários, ávidos somente pelo diploma de participação para enriquecimento de currículo. E quando havia ralys extensos as dificuldades se multiplicavam. Enfim, quem cria alguma coisa sabe também como manipular.          </p>
<p>Felizmente, pelo que veremos a seguir, as notas &#8211; agora denominadas NÍVEIS &#8211; foram reduzidas a somente três. O bom senso parece ter prevalecido, muito embora o sistema não consiga (a meu ver) prevenir ou apontar detalhes importantes que escapam ao observador com menos vivência. Números são números, nada mais. Sempre se disse no Brasil que as estatísticas servem àqueles que as produzem, especialmente quando não devidamente interpretadas. Lembro-me de minha primeira aula na Faculdade e a história contada pelo professor: &#8220;Jovem acadêmico realizou um levantamento estatístico na cidade do interior, tendo constado ao final do trabalho que 50% dos médicos morriam&#8221;. Indagado como chegou tão rápido à conclusão, disse: &#8221;Na cidade só encontrou dois médicos e um deles morrera.&#8221;  Podemos apreciar a seguir o que a Fivb decidiu duas décadas depois. Sirvo-me da tradução de Luís Melo, do site português <a href="http://www.sovolei.com">Sovolei</a>, onde tenho a primazia de assinar artigos técnicos.          </p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;"><strong>Sistemas de Informação no Voleibol (SIV). </strong>As tecnologias tiveram um avanço imenso nas últimas décadas, e nunca mais o mundo saberá funcionar sem, por exemplo, os Sistemas de Informação (SI). Esses sistemas estão presentes nas nossas vidas, mesmo se por vezes não nos damos conta por eles. Servem para recolher, processar, transmitir e divulgar dados que representam informação relevante para o utilizador. No voleibol também se utilizam os SI. O VIS (<em>Volleyball Information Systems</em>) é um <em>software</em> da FIVB que foi inicialmente produzido para fins estatísticos nos jogos de voleibol. Está preparado para recolher dados de todas as ações de jogo e também do nível das mesmas. A FIVB considerou que existem 6 ações de jogo&#8230; Serviço, Recepção, Passe (leia-se Levantamento), Ataque, Bloqueio e Defesa. Estas podem ter 3 níveis: Excelente, Normal e Erro.           </p>
<p style="text-align: left;">Três das ações de jogo são consideradas como competências para pontuar (serviço, ataque e bloqueio), e as outras três competências para evitar o ponto (recepção, levantamento, defesa). Para que uma ação pontuadora seja excelente, ela deve terminar a jogada e conquistar o ponto. Uma ação normal permitirá que a jogada continue. Para ações que evitam o ponto, será excelente aquela recepção que permita ao levantador ter todas as opções de ataque disponíveis. Quanto ao passe, este será excelente se apenas existir um jogador no bloqueio. Esta informação será importante para, por exemplo, nomear os melhores atletas em jogos ou competições. Existem 7 <em>rankings</em> diferentes:           </p>
<p style="text-align: left;"><strong>1. </strong>Maior pontuador&#8230; atleta que marca mais pontos, por ações de ataque, bloqueio ou serviço; <strong>2.</strong> Melhor ataque&#8230; calculado pelo nº de pontos, menos o nº de faltas, dividido pelo total de tentativas; <strong>3.</strong> Melhor bloqueio&#8230; atleta com melhor média de bloqueios, com ponto, por parcial; <strong>4.</strong> Melhor serviço&#8230; atleta com melhor média de <em>aces</em> por parcial; <strong>5.</strong> Melhor defesa&#8230; atleta com melhor média de defesas por parcial; <strong>6.</strong> Melhor distribuição&#8230; atleta com melhor média de passes perfeitos por parcial; <strong>7.</strong> Melhor recepção&#8230; calculado pelo nº de recepções perfeitas, menos o nº de faltas, dividida pelo total de tentativas. Atualmente o VIS já consiste numa base de dados e um conjunto de portais <em>web</em>. Através de um simples <em>interface</em> (aplicação ou <em>browser web</em>) o utilizador pode criar competições, introduzir informação sobre clubes, equipes, atletas, árbitros ou ginásios. Também já é possível adicionar fotografias para todos estes itens. A última versão do VIS contém também calendários, comunicados de imprensa e transferências. Todas as transferências de jogadores serão feitas eletronicamente através do VIS, acabando com os certificados de transferência em papel. Uma explicação de como tudo se processará pode ser vista em vídeo.       </p>
<p style="text-align: left;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-        </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Repetição ou Qualidade nos Treinos? </strong>       </p>
<p style="text-align: left;">Dois ou três anos depois que me iniciei no voleibol, solicitava quase sempre a um ou mais amigos que me acompanhavam &#8211; ou solicitava de um conhecido na arquibancada &#8211; que anotasse os meus ERROS. Felizmente não eram muitos, apesar de participar da maioria dos lances do jogo. Lembro que estou falando da década de 60. E cada vez passaram a ser menores, a ponto de dispensarem lápis e papel. Como consegui tal façanha? Treinando com QUALIDADE, isto é, exigia-me demasiadamente nos treinos em qualquer lance de que participasse e sempre buscando a bola. O nível de exigência chegava a extremos, inclusive nos jogos na praia, pelos quais fui convocado para a seleção brasileira. Que tal os treinadores e jogadores (individualmente) adotarem esse comportamento? Em outra oportunidade falarei sobre nível de exigência nos treinamentos e tentarei estabelecer uma relação com as &#8220;estatísticas&#8221; comentadas nessa postagem. Se algum dos leitores tiver conhecimento de causa ou mesmo outra ideia, seria uma boa oportunidade de nos comunicarmos e nos locupletarmos todos.      </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Conduta do jogador.</strong> Chamo a atenção para um outro detalhe embutido na afirmação acima: (&#8230;) &#8220;sempre buscando a bola&#8221;. Veremos isto no desenvolvimento do tema Defesa em Voleibol, ou a qualquer momento caso se manifestem. Até breve.      </p>
<p style="text-align: left;">      </p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>A Voz dos Cariocas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 10:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iguaçú]]></category>
		<category><![CDATA[Participação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol no Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Grande, Rio!            
Aproveitando o tão simpático e propalado &#8220;espírito carioca&#8221;, lanço uma campanha de participação no site. Nada mais do que um bom bate-papo. A intenção é inverter a lógica clássica de uma aula, segundo a qual só o professor fala, e os alunos ouvem. Graças à ferramenta, todos os brasileiros podem participar sobre quaisquer temas apresentados, podendo, inclusive, compartilhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6290" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Brasilcidades-agosto.jpg"><img class="size-medium wp-image-6290" title="Brasilcidades agosto" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Brasilcidades-agosto-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Google Analytics. Período: 28.7 a 27.8.2010.</p></div>
<p><strong>Grande, Rio! </strong>           </p>
<p>Aproveitando o tão simpático e propalado &#8220;espírito carioca&#8221;, lanço uma campanha de participação no site. Nada mais do que um bom bate-papo. A intenção é inverter a lógica clássica de uma aula, segundo a qual só o professor fala, e os alunos ouvem. Graças à ferramenta, todos os brasileiros podem participar sobre quaisquer temas apresentados, podendo, inclusive, compartilhar suas opiniões com outros internautas. Se possível, estarei produzindo um mapa com a geolocalização dos participantes. Esta ideia surgiu-me ao ler hoje a revista Veja, &#8220;A Voz do Leitor&#8221;. Vamos começar e aprender juntos?     </p>
<p>Os internautas cariocas me confiaram um crédito espetacular que me emociona e induz a continuar obstinadamente na Missão que elegi ao construir este site. Penso que caí no agrado de dezenas que me visitam diariamente, o que aumenta minha responsabilidade na manutenção do padrão dos textos e, especialmente nas Histórias do Voleibol no próprio Rio. Foi uma ideia feliz e que caiu no agrado dos cariocas, haja vista que muitos protagonizaram as histórias. Esperem um pouco mais e após um mergulho na praia e a cervejinha, nada como relembrar velhas histórias que nunca foram contadas. São personagens reais que construíram e elevaram o voleibol no cenário nacional e como a praia contribuiu para a sua difusão.    </p>
<p><strong>Nova Iguaçu.</strong> Percebo com muito carinho uma surpresa agradabilíssima que vem do interesse dos professores de Nova Iguaçu, região do Grande Rio, representado por 44 visitas/mês. Este é um fato revelador que me predispõe a voltar meus olhos para o professorado da região. Estarei sempre perto para apoiá-los e incentivá-los. Apareçam!           </p>
<p><strong>Niterói.</strong> São 33 visitas/mês com tempo recorde de permanência na consulta a pouco mais de 5 páginas e leitura atenta por 5 minutos. Dizem que &#8220;ninguém é profeta na sua própria terra&#8221;, mas parece que este dito vem se revertendo. Há muito que tenho o reconhecimento de meus conterrâneos e daqueles que por aqui aportaram, mercê de realizações na Praia de Icaraí, aquela que tem a &#8220;melhor vista do mundo&#8221;. Fomos agraciados pelos cariocas, do outro lado da baía, que com seu espírito brincalhão, nos distingue com velada simpatia. Diziam muito mais nas décadas iniciais do voleibol no Rio, quando reconheciam o valor dos indivíduos que por aqui construíram o voleibol: &#8220;Nictheroy é um celeiro de craques&#8221;. E, invariavelmente, os clubes cariocas se locupletavam desses atletas para incluí-los em suas equipes. Como até nossos dias a cidade é &#8221;dormitório&#8221; do Rio, nada impedia tais participações. O site propositadamente distingue as histórias do voleibol na cidade que remontam ao ano de 1939. Ali está revelada a intensa participação dos atletas com o voleibol do Rio e nacional. Dessa forma, aqueles que me confiaram seus acervos de notas, recortes e fotos, se reportam ao site com muita emoção, inclusive seus filhos e netos. Alguns deles já nos deixaram, mas suas histórias hão de permanecer. Venha ver!       </p>
<div id="attachment_1719" class="wp-caption alignleft" style="width: 255px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Foto-6-A1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1719 " title="Foto 6 A" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Foto-6-A1-300x193.jpg" alt="" width="245" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Praia de Icaraí e a equipe do IPC, campeã do II Torneio da ACM, Rio. Acervo Aguinaldo Mendonça, 1939.</p></div>
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		<title>Perigos e Cuidados</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/08/27/perigos-e-cuidados-6263</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 22:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórum]]></category>

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		<description><![CDATA[A todos brasileiros das regiões atingidas pela baixa umidade relativa do ar minha preocupação e orações para que chova o quanto antes e se desfaça essa massa de ar seco. Creio que as autoridades médicas e Secretaria Nacional de Defesa Civil saberão orientar e prevenir danos à saúde da população. É hora de muita cautela e cuidados. Estarei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A todos brasileiros das regiões atingidas pela baixa umidade relativa do ar minha preocupação e orações para que chova o quanto antes e se desfaça essa massa de ar seco. Creio que as autoridades médicas e Secretaria Nacional de Defesa Civil saberão orientar e prevenir danos à saúde da população. É hora de muita cautela e cuidados. Estarei em permanente oração por todos.</p>
<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</strong></p>
<p><strong>Deu no Terra</strong>: Doze Estados devem ter alerta de baixa umidade nesta sexta<br />
<em>27 de agosto de 2010 <strong>•</strong> 10h04 </em></p>
<div id="SearchKey_Text1">
<p>A forte massa de ar seco que atinge o País causa alerta para baixa umidade do ar em 12 Estados nesta sexta-feira. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Tocantins, Pará, Rondônia, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal terão índices de umidade abaixo de 30%. O ar seco gera alerta para a saúde respiratória, dificulta a dispersão de poluentes na atmosfera e agrava o risco de incêndios. São Paulo, por exemplo, deve ter o quinto dia seguido de índices emergenciais umidade. Segundo a Climatempo, foram registrados recordes de temperatura, no ano, em Campo Grande (36°C), em Mato Grosso do Sul; Cuiabá (39,3°C), em Mato Grosso e Palmas (39,4°), em Tocantins. A Secretaria Nacional de Defesa Civil aconselha a população destas regiões a evitar atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10h e 17h, além de ingerir bastante líquido para evitar a desidratação. Há também o alerta para o risco de incêndios florestais.</p>
<p>A Defesa Civil orienta a todos para não acenderem fogueiras nas proximidades de matas e florestas. Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.</p>
</div>
<p><strong>==================</strong></p>
<p><strong>Deu no Terra</strong>: Com 6% de umidade, município de MS entra em emergência<br />
<em>27 de agosto de 2010 </em><strong><em>•</em></strong><em> 15h38 </em><strong><em>•</em></strong><em> atualizado às 15h44 </em></p>
<p>A cidade de Corumbá (oeste de Mato Grosso do Sul) entrou em estado de emergência ao registrar um índice de umidade relativa do ar de 6% e 35°C por volta das 15h desta sexta-feira. As informações são da agência Climatempo. O tempo seco já era previsto pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Índices de umidade abaixo de 30% eram esperados para os Estados de Tocantins, Pará, Rondônia, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal nesta sexta-feira. Por volta das 12h a cidade de São Paulo entrou nesta sexta-feira em estado de alerta pela quinta vez na semana, com um índice de umidade em 14%.</p>
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		<title>Fundamentos e Curiosidades</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogo e Evolução das Regras]]></category>
		<category><![CDATA[Código de jogadas de ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução do voleibol]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução tática]]></category>
		<category><![CDATA[Filme japonês]]></category>
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		<category><![CDATA[Influência japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[Jogadas de ataque decodificadas]]></category>
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		<description><![CDATA[Evolução do Voleibol: os Fundamentos
(Fotos: Fivb, Divulgação) 
O jargão dos bate-papos sobre esporte, sempre dominado pelo vocabulário futebolístico, foi enriquecido de novas palavras vindas do vôlei, a partir do sucesso das seleções brasileiras nos Mundialitos – do Rio e de São Paulo. Em resumo, esta era, em 1982, a terminologia básica do voleibol.
Saque. Coloca a bola [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Evolução do Voleibol: os </strong><strong>Fundamentos</strong></p>
<p style="text-align: right;">(Fotos: Fivb, Divulgação) </p>
<p>O jargão dos bate-papos sobre esporte, sempre dominado pelo vocabulário futebolístico, foi enriquecido de novas palavras vindas do vôlei, a partir do sucesso das seleções brasileiras nos <em>Mundialitos </em>– do Rio e de São Paulo. Em resumo, esta era, em 1982, a terminologia básica do voleibol.</p>
<p><strong><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Saque-sequencia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6308" title="Saque sequencia" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Saque-sequencia-300x96.jpg" alt="" width="300" height="96" /></a>Saque. </strong>Coloca a bola em jogo, constituindo-se, por isso, na primeira manifestação de ataque. É dado depois de a bola estar solta, com uma das mãos, aberta ou fechada, dentro dos poucos segundos que se seguem à autorização do árbitro. O saque é considerado faltoso – e punido com a reversão – se a bola tocar num jogador da própria equipe sacadora; se não passar por cima da rede (sem tocá-la); se tocar numa das antenas laterais fixadas na rede; ou se cair fora dos limites da quadra sem ter sido tocada por um jogador adversário.</p>
<p><strong><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Recepção.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6309" title="Fundamento Recepção" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Recepção-300x227.jpg" alt="" width="195" height="155" /></a>Recepção. </strong>Passe efetuado pelo jogador que recebe o saque do adversário. Fundamento que adquiriu tanta importância a partir do momento em que o saque foi aperfeiçoado e criou dificuldades crescentes para ser bem defendido, que a Comissão de Técnicos da FIVB decidiu considerá-lo um fundamento à parte, embora, a rigor, trate-se de um passe.</p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Levantamento1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6366" title="Fundamento Levantamento" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Levantamento1-300x228.jpg" alt="" width="196" height="148" /></a>Levantamento. </strong>Cada bola que um jogador dirige a outro na construção da jogada de ataque é um passe. O ideal é que o passe vá para a mão do levantador para que as jogadas ensaiadas possam ser realizadas com eficiência. Uma equipe que passa mal a bola, ou seja, que não dê ao seu levantador boas condições de armar o ataque, facilita o trabalho de defesa do adversário e diminui a possibilidade de sucesso de seus próprios atacantes.</p>
<p><strong><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Ataque.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6311" title="Fundamento Ataque" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Ataque-300x214.jpg" alt="" width="200" height="153" /></a>Ataque. </strong>Ação do jogador que envia a bola para a quadra adversária, por cima da rede. De dentro da zona de ataque – determinada por uma linha traçada a três metros, paralelamente à rede – só podem atacar os jogadores que estiverem naquela posição. Os jogadores da zona de defesa podem efetuar qualquer tipo de golpe de ataque, com a bola em qualquer altura (até 1976, só podiam atacar a bola quando estivesse abaixo da altura da rede), desde que, quando tomarem impulso para o salto, nenhum dos pés esteja tocando ou ultrapassando a linha demarcatória da zona de ataque. No entanto, depois de golpear a bola, podem cair dentro dessa zona. Para facilitar a arbitragem, essa linha demarcatória foi estendida além dos limites laterais da quadra.</p>
<p><strong><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Bloqueio-ERRO-na-DEFESA.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6312" title="Bloqueio ERRO na DEFESA" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Bloqueio-ERRO-na-DEFESA-300x242.jpg" alt="" width="204" height="132" /></a></strong><strong>Bloqueio. </strong>Ação permitida somente aos jogadores da linha de ataque para interceptar a bola próximo à rede proveniente da quadra contrária. Pode ser individual, quando um único jogador o realiza, duplo ou triplo. Durante o bloqueio, o toque na bola pode ser efetuado com as mãos, braços, cabeça ou qualquer parte do corpo acima da cintura. E são permitidos um ou mais toques (rápidos e sucessivos) por um ou mais bloqueadores, desde que durante a mesma ação. O bloqueio não conta como toque. Portanto, após o bloqueio, a equipe tem três toques para colocar a bola na outra quadra. O bloqueio não pode interferir na armação da jogada do adversário. Só é válida a interceptação da bola quando a jogada de ataque do outro time se completar. O bloqueio de saque, que era válido, foi proibido.</p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Defesa-e-Recepção.jpg"><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-6313" title="Fundamento Defesa e Recepção" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Fundamento-Defesa-e-Recepção-300x184.jpg" alt="" width="200" height="119" /></strong></a><strong>Defesa.</strong> Cconsiste em um conjunto de técnicas que tem por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, algumas ações específicas podem ser aplicadas pelo atleta, o que requer entre outras, capacidade de reação, flexibilidade, reflexo, velocidade etc. Alguns movimentos são característicos: entre os homens, o &#8220;peixinho&#8221;, em que o atleta se atira no ar como se estivesse mergulhando; as mulheres fazem-no atirando-se de lado. E o &#8220;rolamento&#8221;, em que o atleta rola literalmente sobre o próprio corpo após o contato com a bola, prevenindo-se contra lesões inoportunas. </p>
<p><strong><em> </em></strong> </p>
<p><strong><em>Curiosidades.</em></strong> <em>Tapinhas e abraços</em></p>
<p><strong>Comportamento e Estímulos</strong> – Detalhe marcante da influência japonesa foi o cumprimento entre os atletas a cada jogada. Transformado em incentivo, mesmo quando falhava, o jogador era estimulado pela sua participação no lance. Entre os homens consagrou-se o simples <em>tapinha</em> de mãos por todos os seis atletas em quadra. Entre as mulheres, além daquele toque de mãos, um grande abraço estimulante e cativante. Finalmente, também foram os japoneses que contribuíram para o entendimento entre o único levantador e os cinco possíveis atacantes: as jogadas ensaiadas em exaustivos treinos são “decodificadas” por sinais realizados com as mãos momentos antes do saque adversário. Quando de sua estada no Brasil, em 1975, Matsudaira deixou como legado um filme em cores (16 mm), de aproximadamente 20 min, que a federação japonesa produziu e distribuiu ao mundo. Trata-se de uma excelente produção, que resume o trabalho realizado ao longo dos oito anos de preparação, rico em aspectos marqueteiros e comerciais, pois ofereciam cursos e davam aulas ao mundo. Vários brasileiros fizeram estágio no Japão – Paulo Márcio, <em>Bebeto</em>, Sérgio Pinto, José Roberto, entre outros. Este único exemplar é da CBV, mas o autor, com autorização da entidade, produziu duas cópias telecinadas (VHS).</p>
<p><strong>Códigos.</strong> Alguns dos códigos utilizados pelos atletas, especialmente o levantador.    </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-A-Copiadas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6315" title="Foto 12 A Copiadas" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-A-Copiadas.jpg" alt="" width="124" height="67" /></a></p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-C.jpg"></a> </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-D.jpg"></a> </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-C.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6317" title="Foto 12 C" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-C.jpg" alt="" width="128" height="68" /></a></p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-D.jpg"></a> </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-E.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6319" title="Foto 12 E" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-E.jpg" alt="" width="127" height="77" /></a></p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-H.jpg"></a> </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-D.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6318" title="Foto 12 D" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-D.jpg" alt="" width="117" height="70" /></a></p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-H.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6320" title="Foto 12 H" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-H.jpg" alt="" width="120" height="59" /></a></p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Foto-12-D.jpg"></a></p>
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		<title>Carta Mineira</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/08/26/carta-mineira-6198</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 20:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Educação Física e Desportos da UFJF]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Internacional de Gestão do Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria do Desporto e Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Início do Profissionalismo no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz de Fora e voleibol]]></category>
		<category><![CDATA[Livro História do Voleibol no Brasil no séc. XX]]></category>
		<category><![CDATA[Professor mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[São João del Rei]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal de Juiz de Fora]]></category>

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		<description><![CDATA[A Voz do Professor     
Visitantes mineiros ao site:    
Belo Horizonte (143) &#8211; Uberlândia (5) - Montes Claros (4) &#8211; Governador Valadares (3) &#8211; Jucetuba (3) &#8211; Três Corações (3) &#8211; Alfenas (2) &#8211; Araxá (2) &#8211; Divinópolis (2) &#8211; Uberaba (2) &#8211; Arcos (1) &#8211; Juiz de Fora (1) &#8211; Manhuaçu (1) &#8211; Poços de Caldas (1) &#8211; São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6200" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Mapa-Minas-Gerais.jpg"><img class="size-medium wp-image-6200 " title="Mapa Minas Gerais" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Mapa-Minas-Gerais-300x249.jpg" alt="" width="300" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Google Analytics, período 26.7 a 25.8.2010. </p></div>
<p><strong>A Voz do Professor</strong>     </p>
<p>Visitantes mineiros ao site:    </p>
<p>Belo Horizonte (143) &#8211; Uberlândia (5) - Montes Claros (4) &#8211; Governador Valadares (3) &#8211; Jucetuba (3) &#8211; Três Corações (3) &#8211; Alfenas (2) &#8211; Araxá (2) &#8211; Divinópolis (2) &#8211; Uberaba (2) &#8211; Arcos (1) &#8211; Juiz de Fora (1) &#8211; Manhuaçu (1) &#8211; Poços de Caldas (1) &#8211; São João del Rei (1).    </p>
<p>Estas são as cidades mineiras em que encontro visitantes aos meus textos. Obrigado a todos e afiancio-lhes que estou empenhado em buscar muito mais desse povo querido, uma vez que o meu pai era orgulhosamente um sanjoanense. Vez por outra eu e meus irmãos realizamos um &#8220;retiro&#8221; em <strong>São João del Rei</strong>, tão simpática para todos nós. Na próxima ida quero conhecer o único interessado nessas leituras. Vou levar-lhe meu agradecimento e respeito por sua generosidade. Espero que ele se dê a conhecer por este site. Uma outra cidade de Minas que me fala ao coração é <strong>Juiz de Fora</strong>, também por laços familiares, onde tenho diversos primos e por lá frequentei Campeonatos Brasileiros Juvenis em 1964 e etc. Pretendo &#8220;descobrir&#8221; igualmente o meu leitor. Pelos motivos que passo a expor, peço perdão aos demais mineiros pela falta de espaço e a urgência em vincular a notícia. Em outro momento irei me reportar a Belo Horizonte. Que os demais não se sintam desmotivados, mas imaginem o que seja para um só manter este site. Vamos nos encontrar, ainda que seja por esta via. Mantenham-se atentos e fieis. De outra forma, podemos nos aproximar um pouco mais quando tecerem algum tipo de Comentário em qualquer texto. Gostaria muito!     </p>
<p><strong>Juiz de Fora. </strong>Recebi recentemente em minha caixa de correio a notícia do I Encontro Mineiro de Gestão do Esporte no Fórum Internacional de Gestão do Esporte que será protagonizado sob a direção da Universidade Federal de Juiz de Fora, representada pela Diretora da Faculdade de Educação Física e Desportos, Professora Doutora Edna Ribeiro Hernandez Martin.     </p>
<p>A indústria do Desporto e Lazer, compreendidos aí todas as suas vertentes ligadas à área, é considerada há algum tempo uma das três maiores do mundo. Compete com a de Energia e Informática (ou Tecnologia da Informação). E são poucos os profissionais no Brasil capacitados para a missão. O primeiro movimento nesse sentido em solo nacional formou-se no início da década de 80 através de um promissor advogado e ex-atleta de voleibol, Carlos Arthur Nuzman, então presidente da Confederação Brasileira de Volley-Ball (CBV). Hoje é o todo poderoso presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Consignei no livro &#8220;História do Voleibol no Brasil, séc. XX&#8221; como ele conseguiu engendrar e realizar o parto do novo profissionalismo no País, com alteração das leis, medidas do CND, Ministério da Educação etc. Para gerenciar esses encontros, Nuzman contratou a Fundação MUDES, sediada no Rio de Janeiro. Um detalhe: as Atas das reuniões com os debates e discussões não mais existem nos arquivos da Fundação. Todavia, fiz constar do livro, pois acompanhei e interessei-me por sua cópia à época. As reuniões eram periódicas (semanais) com representantes de empresários, dirigentes esportivos, presidentes de clubes e de empresas interessadas na administração dos resultados, que finalmente transformou e revolucionou a vida desportiva, especialmente no que toca ao &#8220;esporte amador&#8221; (da época), isto é, exclusive o futebol. Muito embora também este se beneficiasse, haja vista a propaganda nas camisas dos atletas.      </p>
<p>Ao que parece, o alerta produzido naqueles tempos não foi ouvido ou compreendido, uma vez que só agora se propõe este 1º Encontro. Não sei o que dirão &#8211; brasileiros e estrangeiros &#8211; mas previno a todos a não terem muitas ilusões quanto aos resultados. Mas, sem dúvida, valerá a pena participar ativamente, inclusive dos debates. Difícil talvez seja se preparar através de boas leituras em português. Imagino que a Internet tenha algo, pois tem de tudo! A pergunta é: &#8220;Que competências e qualificações tal profissional deve possuir&#8221;? Há muito dizia-se que deveria ser incluído nos cursos universitários. Ao que sei, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) é uma das instituições com maior crédito nesse mister. De 1980 para cá, pelo menos até o Plano Real, o Brasil sofreu muita turbulência na sua economia, o que desestimulou demasiadamente qualquer iniciativa do empresariado no sentido de patrocinar equipes ou atletas. O caso de sucesso maior deveu-se às estatais brasileiras, especialmente o Banco do Brasil, que desenvolveu sua política estratégia de marketing toda concentrada no voleibol, isto é, nas seleções nacionais (indoor).  Um pouco mais à frente, também no Voleibol de Praia. Um sucesso mercadológico para o Banco, que está contado também na &#8220;História do Voleibol&#8221;.     </p>
<p>Sendo assim, atraído pelo meu único visitante da cidade, pela notícia do evento, pela proximidade do Rio (e Niterói, onde resido) e como sei que muitos frequentam as praias de Ipanema, Leblon ou Barra, elegi hoje a cidade de Juiz de Fora para tais comentários. Como tenho a Missão de difundir o conhecimento, entrei em contato com a Senhora Diretora da UFJF enviando-lhe um pedido de divulgação (ver abaixo) desse site entre seus alunos. Espero assim, estar disseminando oportunidades aos mais jovens não só de um ensino com um &#8220;algo mais&#8221;, como de se instruírem no contato sempre enriquecedor com outros interessados. Espero agradar a todos vocês nesta caminhada.  </p>
<p>E muita ATENÇÃO para o final da mensagem abaixo, pois se trata de &#8220;Oportunidades de Negócios&#8221;. Volte e dê um pulinho no site. Ao invés de procurar um clube e ser treinador de 12, 18 alunos, crie o seu negócio para mais de 400. Veja como já realizei isto por 4-5 anos.    </p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;    </p>
<p>Postado no site da UFJF (<a href="http://www.ufjf.br/">www.ufjf.br</a>) em 26.8.2010    </p>
<p>Faculdade de Educação Física e Desportos    </p>
<p>Diretora: Profa. Dra. Edna Ribeiro Hernandez Martin,    </p>
<p>Tomei conhecimento pela web do evento e felicito a Universidade pela primazia da sua organização. Sou um estudioso do assunto desde a profissionalização do esporte no Brasil ocorrida na década de 80. Frequentei os bastidores das discussões coordenadas pela Fundação MUDES, no Rio. Tenho dois interesses neste evento: 1) os Anais das discussões e temas (seriam disponibilizados na Internet?); 2) Divulgar na UFJF o site <span style="color: #0000ff;">www.procrie.com.br </span>em que ofereço ensino e debates virtuais para professores na visão de Aprender a Ensinar. Aí contidos diversos aspectos de competências e qualificações inerentes ao profissional de Educação Física. As postagens indicam o caminho para a Meritocracia, ensino de qualidade e oportunidades de negócios.        </p>
<p>Atenciosamente,    </p>
<p>Professor Roberto Pimentel, Niterói (RJ)    </p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor.jpg"><img class="size-medium wp-image-6171 alignright" title="logo menor" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor-300x126.jpg" alt="" width="262" height="115" /></a> Gostaria de opinar sobre a Logo?</p>
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		<title>A Voz do Professor</title>
		<link>http://www.procrie.com.br/2010/08/24/a-voz-do-professor-2-6182</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 20:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[Co-orientador universitário]]></category>
		<category><![CDATA[Procrie em Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Procrie na Paraíba]]></category>

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		<description><![CDATA[
Goiás e Paraíba
Recebo em minha caixa eletrônica notícias referentes à Educação Física no Brasil. Muitas delas através do CEV. Esta que destaco é referente ao concurso público para admissão a um curso de Mestrado. Selecionei alguns aspectos do edital para conversar com povo tão simpático que me contempla com invejável número de visitas/mês.

Vejam parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_6233" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Goiás-Paraíba.jpg"><img class="size-medium wp-image-6233" title="Goiás Paraíba" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Goiás-Paraíba-300x284.jpg" alt="" width="300" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Google Analytics - Período 27.7 a 26.8.2010</p></div>
<p><strong>Goiás e Paraíba</strong></p>
<p>Recebo em minha caixa eletrônica notícias referentes à Educação Física no Brasil. Muitas delas através do CEV. Esta que destaco é referente ao concurso público para admissão a um curso de Mestrado. Selecionei alguns aspectos do edital para conversar com povo tão simpático que me contempla com invejável número de visitas/mês.</p>
</div>
<p>Vejam parte do edital: <strong>Mestrado Associado Upe/ufpb &#8211; Inscrições Abertas</strong>.</p>
<p>PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UPE/UFPB<br />
CURSO DE MESTRADO &#8211; EDITAL DE SELEÇÃO 2010/2011</p>
<p>O Coordenador do Programa Associado de Pós-graduação em Educação Física UPE/UFPB, no uso de suas atribuições, informa aos interessados que estão abertas as inscrições para o processo seletivo com vistas à admissão ao Curso de Mestrado em Educação Física (Modalidade: Mestrado Acadêmico), conforme Regimento Interno desse Programa e demais normas complementares.</p>
<p><strong>1. DO OBJETIVO</strong><br />
1.1. O objetivo do Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física é atuar na formação de pesquisadores e na qualificação de recursos humanos especializados na área de Educação Física, com autonomia em sua área de concentração e capacidade para planejar, desenvolver e executar atividades relacionadas a pesquisa, ensino e extensão no âmbito da Educação Física, de forma interdisciplinar e com visão multireferencial. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>E por aí vai&#8230;.  Lá no finalzinho, destaquei alguns assuntos sob a rubrica &#8220;Pontos para a prova escrita&#8221;. Entre vários<strong>: </strong>Prática Pedagógica e Formação Profissional em Educação Física  &#8211; Apenas para os candidatos a esta linha de pesquisa; O ensino dos jogos/esportes na aprendizagem da convivência humana; Educação Física e Saúde: uma visão crítica e pedagógica a partir da formação profissional; Por um professor-reflexivo na Educação Física; Formação continuada de professores como processo de desenvolvimento profissional e institucional; Estratégias pedagógicas para o ensino da educação física escolar; A educação física na educação infantil: contradições entre as recomendações legais e o cotidiano escolar.<strong></strong></p>
<p>Imagino que os internautas que vêm frequentando o Procrie há algum tempo estejam capacitados às vagas, seria um grande alento para mim ter contribuído mesmo que com tão pouco. Só lamento que não tenham colocado suas dúvidas e perspectivas de crescimento na área, pois poderíamos estar discutindo e comentando, enriquecendo-nos mutuamente há mais tempo. Mas não percam de vista o ideal e nunca deixem de sonhar. Sucesso nos exames&#8230; e na vida!</p>
<p>Agradeço muito a todos que me acompanham neste périplo educacional. Espero vê-los pessoalmente em breve. Que tal a logo? <a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor.jpg"><img class="size-medium wp-image-6171 alignright" title="logo menor" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor-300x126.jpg" alt="" width="231" height="93" /></a></p>
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		<title>A Voz do Professor</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cursos de formação]]></category>
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		<description><![CDATA[Coisas Regionais       
Sabemos que devemos respeitar as tradições, o folclore, comportamentos regionais etc. Mas em se tratando de Educação e se preferirmos, Educar pelo Esporte, as diferenças se anulam e não mais importam. O que pode ocorrer são desvios dos adultos em sua missão, uma vez que nem sempre têm uma formação mais apurada nesta difícil &#8220;Arte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6158" class="wp-caption alignleft" style="width: 285px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/BrasilAgosto.jpg"><img class="size-medium wp-image-6158" title="BrasilAgosto" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/BrasilAgosto-300x292.jpg" alt="" width="275" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhes da difusão do Procrie de 23/7 a 22/8.2010. Fonte: Google Analytics. </p></div>
<p><strong>Coisas Regionais</strong>       </p>
<p>Sabemos que devemos respeitar as tradições, o folclore, comportamentos regionais etc. Mas em se tratando de Educação e se preferirmos, Educar pelo Esporte, as diferenças se anulam e não mais importam. O que pode ocorrer são desvios dos adultos em sua missão, uma vez que nem sempre têm uma formação mais apurada nesta difícil &#8220;Arte de Ensinar&#8221;.        </p>
<p>A Missão  do Procrie reside aqui, isto é, estar em todos os lugares do Brasil. Vocês já viram e podem constatar em &#8220;Cursos em Rede Nacional&#8221;. Estou inaugurando agora uma nova forma de contato com os internautas que me seguem e me honram com sua leitura. Quero motivá-los e aproximar-me mais oferecendo um espaço para que consignem seus comentários sobre aspectos interessantes e relevantes de suas atividades no município, isto é, propriamente sobre o seu dia a dia, problemas e necessidades, soluções e empreendimentos. Como o espaço é curto e sou um só, peço que façam um resumo, atendo-se ao tema: &#8220;Como o Procrie pode contribuir para o seu crescimento&#8221;? Ou, se preferirem um tema de sua eleição, tudo bem!       </p>
<p>Percebo pelo <em>Google Analytics</em> que após a Copa do Mundo de futebol e as férias de julho os internautas voltam a frequentar com mais intensidade o Procrie. Isto é muito gratificante. Vez por outra vou me referir a um ou mais estados/cidades, uma vez que já viram em &#8220;Cursos em Rede Nacional&#8221; que o site se difundiu praticamente por todo o País. No período 23 de julho a 22 de agosto, o site recebeu 2.253 visitas, provindas de 154 cidades brasileiras que, como se descortina, de todas as partes, inclusive regiões fronteiriças.         </p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Maranhão,</strong> <strong>São Luís.</strong>  Hoje me reporto ao grupo de internautas que vive o voleibol na cidade de São Luís (ver &#8221;Voleibol Escolar na Ilha Encantada&#8221;) em postagem de fevereiro. Convido-os a se manifestarem neste Procrie consignando o que tem representado o site, sua influência, seus defeitos e virtudes e, principalmente, como desejariam que fosse. Em suma, o que deve ser corrigido e o que deve ser acrescentado para que possa melhor servi-los. No período de &#8220;baixa&#8221; o site registrou praticamente uma visita por dia com leitores atentos aos textos consultados (média de 5 páginas por leitor) e  permanência de + 5 min. Obrigado e espero vocês. Estou sendo útil aos seus propósitos? Como posso melhorar esse atendimento?       </p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Alagoas, Maceió.</strong> De não muito longe - Maceió &#8211; chega uma notícia que nos interessa a todos. Participo de um  site que apresenta uma grande variedade de temas relacionados à Educação Física e, através dele recebi em minha caixa postal (dia 22) a seguinte mensagem: Olá Roberto Affonso Pimentel, Laudicéa Ivo criou um novo debate na Comunidade &#8216;Educação Física em Alagoas&#8217;: Seminário do Estágio Supervisionado 4 &#8211; 2010.2-ufal       </p>
<p>APRESENTAÇÃO. “Os conteúdos de aprendizagem não se reduzem unicamente às contribuições das disciplinas ou matérias tradicionais. Portanto, também serão conteúdos de aprendizagem todos aqueles que possibilitem o desenvolvimento das capacidades motoras, afetivas, de relação interpessoal e de inserção social.”(Antoni Zabala). O estágio 4 no Curso de Licenciatura em Educação Física visa a participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização do ensino da educação física em turmas do Ensino Médio – 1º ao 3º ano e no Ensino de Jovens e Adultos(1). Com 100 horas de duração este estágio permite aos acadêmicos conhecer a realidade de nossas escolas públicas que atendem a esses níveis de ensino, na rede estadual de educação do estado de Alagoas, prioritariamente em Maceió. A situação da Educação Física nas escolas brasileiras já é de conhecimento de todos, já faz tempo que não vivemos uma relação muito amorosa dentro dos currículos escolares, por isso mesmo ainda vivemos sobre os auspícios da obrigatoriedade legal. No entanto, essa permanência dos nossos estagiários no ambiente escolar alagoano tem nos trazido também boas notícias. Existem muitas experiências exitosas escondidas atrás dos muros escolares, assim como continuamos a encontrar realidades deprimentes vividas por nossos colegas nestes espaços. É esse ir e vir, um trabalho de verdadeiras formigas, que temos realizado no estágio supervisionado de nosso curso, é esse “leva e traz” que queremos estender aos demais professores do nosso curso. Ampliar essa construção coletiva para um grupo cada vez maior e mais confiante de onde se quer chegar. Bem vindo a nosso grupo de trabalho! “Por favor, pode me dizer que caminho devo tomar para sair daqui? Isso depende muito de onde você quer ir – respondeu o gato. Isso pouco importa – disse Alice. Então não importa que caminho você tome.” (trecho de “Alice no País das Maravilhas”) &#8211; Nota (1) No Projeto Político Pedagógico inicial utilizado para o cadastro do novo curso no MEC consta apenas como campo de atuação o Ensino médio. Essa inovação com o atendimento ao EJA foi sendo construída a medida em que fomos avaliando continuamente os conhecimentos construídos e vivências ofertadas ao longo do novo currículo.&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-       </p>
<p>Aceitei de imediato o tema para debate e consignei no site as seguintes considerações:       </p>
<p><strong>Senhores gestores da Educação</strong>, Venho realizando um trabalho silencioso a respeito da Formação dos indivíduos através da Educação escolar. Embora as considerações primeiras estejam muito ligadas ao ensino do voleibol, o professor mais atento perceberá que poderá utilizar todo o conhecimento ali exposto para qualquer atividade. Até mesmo por que um dos meus mestres &#8211; George Pólya &#8211; era um matemático húngaro. Para ter independência no &#8220;pensar e agir&#8221; é necessário que o docente esteja razoavelmente capacitado pedagogicamente e, isto é oferecido no <a href="http://www.procrie.com.br/">www.procrie.com.br</a>, basta clicar em qualquer texto na Categoria Metodologia e Pedagogia. Além de citações acadêmicas (poucas) o professor se depara com exemplos simples e práticos para desenvolver com eficiência sua atividade e, &#8220;crescer pelo seu próprio esforço&#8221;. Se tiver qualquer dúvida, basta consultar o autor e receberá sugestões que ele mesmo decidirá o que fazer. Não há &#8220;receitas técnicas&#8221; nem de &#8220;bolo&#8221;. Aos gestores públicos de todo o País, há muito que proponho um desenvolvimento cultural dos seus professores numa luta inglória. Dessa forma, decidi-me pela Internet. Quem quiser poderá ver e constatar o que já fiz e o que proponho ainda se fazer. Se realizarem ou acharem coisa melhor, gostaria de conhecer para atualizar-me e ajudá-los neste mister. Se não, vejam os mais recentes artigos com as propostas de Cursos de Formação. Roberto Pimentel. &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-       </p>
<p>Pode parecer à primeira vista que ninguém sabe nada e eu sou o &#8220;dono da verdade&#8221;. Mas a meu favor tenho registros de tudo o que faço, principalmente minhas correspondências. Há algum tempo venho oferecendo projetos com insistência, mesmo diante de muitas indiferenças. E mesmo sabendo que no Brasil ainda estamos no &#8220;País do Faz de Contas&#8221;, ou &#8220;Das Maravilhas&#8221;. Não sei por que tanto reclamam os professores! Com certeza cansaram-se de ouvir: &#8220;Estamos pensando no assunto&#8221;; ou então, &#8220;Vamos nos reunir em um Grupo de Trabalho para tratar disso&#8221;. E por aí vai.       </p>
<p>Em Maceió, 14 visitas no mesmo período, mas sem registro significativo de interesse nas páginas consultadas revelado pelo tempo de permanência. Parecem ter passado os olhos muito rapidamente, sem se deter a qualquer assunto. Vamos esperar e ver o que acontece mais adiante. Lembrando que o convite de participação no site é para TODOS. Conto com o grupo &#8220;apressado&#8221;, mas que já descobriu o site. Venham e participem ativamente. Não têm nada a perder!     </p>
<p>Aguardo a opinião sobre a logo:     <a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-6171" title="logo menor" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/logo-menor-300x126.jpg" alt="" width="240" height="89" /></a>  </p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><span id="_marker"> </span></span></p>
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		<title>Curso de Formação</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 10:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardinho e Seleção feminina]]></category>
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		<description><![CDATA[
A melhor escolha foi feita e frutificou.  
E a seguir, como manter  a continuidade?
 
               
Contributos para a Escola. O trabalho que venho desenvolvendo neste Procrie apresenta sugestões para Prefeituras – Secretarias de Educação e de Esportes e Lazer &#8211; e mais do que isto, oportuniza um diálogo entre os mais proeminentes protagonistas, o docente e o aluno. Aos demais agentes educacionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_5951" class="wp-caption alignleft" style="width: 283px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-CentroRexona1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5951" title="Cópia de CentroRexona" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-CentroRexona1-300x207.jpg" alt="" width="273" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Centro Rexona, Curitiba (PR). Foto gentilmente cedida ao Autor.</p></div>
<p><em><strong>A melhor escolha foi feita e frutificou.</strong></em>  </p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;"><em><strong>E a seguir, como manter  a continuidade?</strong></em></div>
<div class="mceTemp"> </div>
<p>               </p>
<p><strong>Contributos para a Escola. </strong>O trabalho que venho desenvolvendo neste <strong><span style="color: #800080;">Procrie</span></strong> apresenta sugestões para Prefeituras – Secretarias de Educação e de Esportes e Lazer &#8211; e mais do que isto, oportuniza um diálogo entre os mais proeminentes protagonistas, o docente e o aluno. Aos demais agentes educacionais caberia então criarem as condições para esse desenvolvimento. Fala-se muito em dificuldades, problemas, salários etc., mas ao longo de mais de duas centenas de textos mantive uma postura otimista, coerente, de olhar para o futuro, desconsiderando as aparentes dificuldades e relegando-as, e formatando uma nova ótica ao focar o ensino esportivo na escola. Creio que esses escritos são suficientes para iniciarmos um trabalho cujo objetivo a alcançar é a QUALIDADE. Para tanto, aqueles que estiverem engajados deverão adotar uma atitude bastante realista e batalhadora. Toda mudança, sabemos, implica em muito suor, perseverança e acreditar no que se está a produzir. Vejam a seguir um exemplo prático.                            </p>
<p>Lembro que há algum tempo propusera à Secretaria de Educação da cidade do Rio de Janeiro um projeto visando à implantação do minivoleibol nas escolas públicas. O universo de alunos estava representado por número próximo de 700 mil. Naquela oportunidade não foi possível. Sem desistir, em 1995 propus à Secretaria de Esportes e Lazer a realização de um curso para crianças e adolescentes em plena Praia de Copacabana. Comportaria até 300 crianças recrutadas principalmente das escolas públicas do bairro. A gerência administrativa foi atribuída à Fundação Rio-Esportes. Ainda antes de se decidirem, convidei o gestor a presenciar uma aula em mesmo curso que vinha produzindo na Praia de Icaraí, Niterói, também para 300 crianças com duas aulas semanais. Ficou deslumbrado, ainda mais quando se dispôs a conversar com os 20 alunos da APAE que também participavam das atividades. Em suma, mantive dois cursos concomitantes, com duas aulas semanais em cada, com material e equipe de professores diferenciadas. Além disso, todo o equipamento foi fornecido por mim e gerida sua colocação, desmonte e guarda a cada dia. Em dado momento, uma vez que a seleção feminina treinava no Rio &#8211; na Escola de Ed. Física do Exército &#8211; resolvi dar um realce à iniciativa e convidei o Bernardo a visitar-nos com as atletas. Convite feito, convite aceito. E as fotos reproduzem aqueles momentos inesquecíveis não só para as crianças, como também para o próprio técnico e as estrelas. Vejam por que.                 </p>
<p><strong>Valorização do Professor. </strong>Percebam na sequência das fotos o resultado silencioso da pregação e divulgação que venho há tempos realizando. Após visita ao curso de Copacabana, o Bernardo se interessou pela metodologia e adquiriu material análogo comigo para implantar cursos para crianças no Centro Rexona, em Curitiba. Logo a seguir, difundiu-o em parceria com o Governo do Estado por diversas escolas públicas. No Centro Rexona as crianças de diversas idades frequentavam as aulas orientadas simplesmente para o aprendizado do esporte. Caso se interessassem pela atividade competitiva, estariam livres para fazer a escolha em qualquer agremiação. O Rexona só patrocinava a equipe principal feminina para as disputas únicas e exclusivas da Liga Nacional. Aliás, este era um dos grandes problemas da direção técnica, pois não disputando campeonato da cidade (Curitiba), faltava à equipe a necessária confrontação com adversários de nível. Vez por outra, como atenuante, participavam como convidadas dos torneios de outras federações &#8211; carioca, paulista, mineira. Na foto que inicia este texto tem-se uma panorâmica do ginásio do Tarumã e percebe-se como foram configuradas inteligentemente as diversas seções de atendimento às atletas compostas por 13 campos de jogo. No primeiro plano 4 mini quadras para alunas menores; a seguir, uma quadra oficial; mais adiante, ocupando toda a área central, 3 quadras com proporções menores (6m-7m) proporcionavam a instrução de moças com mais idade. Ao fundo, pouco visível, uma quadra com dimensões oficiais acolhia o treinamento da equipe principal; e, terminando, outras 4 mini quadras. Todo este material era passível de ser removido a qualquer instante para acolher qualquer evento ou competição oficial. Foram feitos convênios com universidades, secretarias e escolas para Cursos de Formação Continuada aos professores que se interessassem. Tive a honra de realizar uma breve palestra em dois dias que lá estive a convite do Bernardo. Ali encontrei seus dois principais auxiliares &#8211; Ricardo Tabach e Hélio Griner, este o treinador da equipe &#8211; velhos amigos do Rio de Janeiro (clube Fluminense), que já conheciam meu trabalho e trabalharam em cursos que realizei com o minivoleibol. Houve uma excelente difusão da modalidade, vários professores escolares realizaram estágio no Centro e muitos se surpreenderam pela novidade, pois não conheciam esta alternativa pedagógica de ensino do voleibol.                 </p>
<p>Certamente os objetivos traçados foram atingidos. Entretanto, faço um pequeno reparo quanto ao desenvolvimento das práticas pedagógicas, uma vez que para mim essa busca pela Qualidade do Ensino é obsessiva como poderão observar em todos os meus textos. No nosso próximo encontro comentarei sobre exemplos de prática pedagógica em escolas, clubes e logradouros públicos que vêm de Niterói, &#8220;minha praia&#8221;. Perceberão como é simples e criativo.              </p>
<div id="attachment_5950" class="wp-caption alignleft" style="width: 174px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/AutorBernardoBenéTabach1995.jpg"><img class="size-medium wp-image-5950" title="AutorBernardoBenéTabach1995" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/AutorBernardoBenéTabach1995-266x300.jpg" alt="" width="164" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO 1: Roberto Pimentel, Bené, Bernardinho e Tabach.</p></div>
<div id="attachment_5990" class="wp-caption alignnone" style="width: 238px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-BernardinhoeTabach1995.jpg"><img class="size-medium wp-image-5990" title="Cópia de BernardinhoeTabach1995" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-BernardinhoeTabach1995-300x219.jpg" alt="" width="228" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO 2: Bernardinho e Tabach envolvidos pelos alunos.</p></div>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 238px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-SeleçaoFeminina1.jpg"><img title="Cópia de SeleçaoFeminina" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-SeleçaoFeminina1-300x213.jpg" alt="" width="228" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO 3: As estrelas surpresas e encantadas com o que presenciaram.</p></div>
<div id="attachment_5958" class="wp-caption alignleft" style="width: 238px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-BasquetenaPraia1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5958  " title="Cópia de BasquetenaPraia" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-BasquetenaPraia1-300x224.jpg" alt="" width="228" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO 4: Variedade e criatividade nos equipamentos.</p></div>
<p style="text-align: left;">          </p>
<p style="text-align: left;">          </p>
<p style="text-align: left;">          </p>
<p style="text-align: left;">          </p>
<p style="text-align: left;">          </p>
<p style="text-align: left;">          </p>
<div id="attachment_5991" class="wp-caption alignnone" style="width: 264px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-Puçás1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5991 " title="Cópia de Puçás" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-Puçás1-300x217.jpg" alt="" width="254" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO 5: Manchete aprendida com puçás?</p></div>
<div id="attachment_5992" class="wp-caption alignleft" style="width: 263px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-Pára-quedas21.jpg"><img class="size-medium wp-image-5992 " title="Cópia de Pára-quedas2" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-Pára-quedas21-300x225.jpg" alt="" width="253" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO 6: Para que serve um paraquedas?</p></div>
<p style="text-align: left;">
<div class="mceTemp"> </div>
<p>                             </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-CentroRexona1.jpg"></a>    </p>
<p><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cópia-de-CentroRexona1.jpg"></a>                   </p>
<p style="text-align: center;">E lembro-o de comentar e sugerir sobre a LOGO: <a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/LOGOprocrie.jpg"><img class="size-medium wp-image-5669 aligncenter" title="LOGOprocrie" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/LOGOprocrie-300x113.jpg" alt="" width="240" height="84" /></a>       </p>
</div>
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		<title>Cursos e Pedagogia do Esporte</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 18:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto A. Pimentel</dc:creator>
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Importância dos Cursos de Formação   
Relia um dos livros de Le Boulch e tendo recebido a comunicação de um curso em minha caixa eletrônica deparei-me com um conflito ainda não resolvido em nosso país que, a julgar pelo andar da carruagem, estamos longe disso. Diz aquele médico, psicólogo e professor de Educação Física francês acerca das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5983" class="wp-caption alignleft" style="width: 218px"><a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/AutorBernardoBenéTabach19951.jpg"><img class="size-medium wp-image-5983  " title="AutorBernardoBenéTabach1995" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/AutorBernardoBenéTabach19951-266x300.jpg" alt="" width="208" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Roberto Pimentel, Bené, Bernardinho e R. Tabach visitam o Curso prático e criativo (1ano) nas areias de Copacabana, Rio de Janeiro, 1995.</p></div>
<p style="text-align: center;"><em><strong>A melhor escolha foi feita. Alguém duvida?</strong></em>   </p>
<p><strong> </strong>   </p>
<p><strong>Importância dos Cursos</strong> <strong>de Formação</strong>   </p>
<p>Relia um dos livros de Le Boulch e tendo recebido a comunicação de um curso em minha caixa eletrônica deparei-me com um conflito ainda não resolvido em nosso país que, a julgar pelo andar da carruagem, estamos longe disso. Diz aquele médico, psicólogo e professor de Educação Física francês acerca das finalidades da ação educativa: &#8220;O objetivo da educação é o de favorecer um desabrochar humano que permita ao homem situar-se e agir no mundo em transformação por um melhor conhecimento e aceitação de si; um melhor ajustamento da conduta; e uma verdadeira autonomia e acesso à responsabilidade no âmbito da vida social. Considere-se que os profissionais não têm em geral uma formação suficiente para resolver, no plano científico, os problemas que descobrem no decorrer de sua prática. São então levados naturalmente a resolver estes problemas aplicando certo número de “receitas” técnicas que representam outras fórmulas dogmáticas impermeáveis a qualquer crítica científica. E continua: &#8221;Agindo sobre as atividades corporais e os movimentos atingiremos o ser social, pois o ato motor não é um processo isolado e só tem significação quando em relação com a conduta de toda a personalidade. Inversamente, afastamo-nos totalmente de um aspecto que a ciência do movimento pode perder, centrado no rendimento motor, que visa fazer do corpo humano um objeto útil para a sociedade, criando uma forma de alienação que compromete a unidade da pessoa.                    </p>
<p>Eis a mensagem:  <strong>Curso Nacional de Treinadores de Voleibol Nível 2 em Rondônia</strong>. A Federação Rondoniense de Voleibol (FRV), através da Confederação Nacional de Voleibol (CBV), vai realizar de 27/08 a 05/09 o Curso Nacional de Treinadores de Voleibol Nível 2. O curso é voltado para profissionais de educação física, interessados em atuar como técnico de voleibol, mas pode ter a participação de ouvintes. Será ministrado pelos instrutores Luiz Delmar e Romeu Beltramelli, que são instrutores internacionais de nível 3. Para o presidente da FRV, José Romano, é importante que os profissionais que atuam na área se qualifiquem, pois quem é formado em educação física <strong>mas não tem a formação específica exigida pela CBV</strong> (<em>o grifo é meu), </em>não pode ficar no banco de reservas orientando seus atletas durante as competições oficiais. Para atuar como técnico os profissionais devem ter registros na CBV. O profissional de educação física, graduado, tem direito à graduação de Técnico nível 1. Do nível 2 ao 5, o profissional deve fazer os cursos organizados pelas federações ou pela CBV. São oferecidas no mínimo 15 e no máximo 40 vagas, e outras 10 vagas para ouvintes. As inscrições encerram dia 23 de agosto. Para inscrições feitas até dia 15/08 o curso custa R$ 350. Já quem fizer a inscrição até dia 23/08 o custo será de R$ 400, nos dois casos o pagamento deve ser à vista. Para se inscrever os interessados devem apresentar cópia da carteira de técnico nível 1; caso não tenha, deve providenciar a inscrição na CBV junto à FRV e apresentar cópia do diploma (licenciatura ou bacharelado em educação física), RG, CPF, comprovante de alistamento militar, comprovante de endereço e local de trabalho com endereço e telefone e comprovante da taxa inscrição de R$ 20,00 (Banco do Brasil: 3231-x, C/C 100.511-1); preencher ficha de certificado profissional da CBV, comprovante de atestado médico indicando estar apto à prática de atividade física; <em>Curriculum Vitae</em>.                    </p>
<p><strong>Custo &amp; Benefício.</strong> Não conheço o Estado nem a capital Porto Velho, mas imagino a dificuldade de um professor desembolsar R$ 420,00, pouco mais de 82% do salário mínimo (R$ 510,00), mais alguns centavos por conta das cópias documentais exigidas e, ao final de 10 dias sair todo satisfeito com o seu diploma. E aí?    </p>
<p><strong>Democratização do esporte.</strong> Um segundo texto chegado pela mesma via pede a democratização do esporte. Vejam parte do seu teor: &#8221;Raí Oliveira, Ida, Ana Moser, Magic Paula e Joaquim Cruz reuniram-se hoje (9/8), em São Paulo, com o ministro do Esporte, Orlando Silva. No encontro, os ex-atletas da ONG Atletas pela Cidadania levaram ao ministro propostas para a valorização do esporte brasileiro tendo em vista a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. No documento apresentado, os atletas defendem a necessidade de democratização da atividade esportiva, em todas as escolas públicas, com aumento do investimento público na educação esportiva. Pedem, ainda, a revisão do Sistema Nacional do Esporte, de forma que a sociedade tenha mais dados e informações sobre o assunto. O presidente da Atletas pela Cidadania, Raí Oliveira, acredita que o esporte ainda é visto como supérfluo dentre um universo de temas tão importantes para o desenvolvimento do Brasil. O esporte desejado pelos atletas da ONG vai contribuir para o desenvolvimento da sociedade, na melhoria dos indicadores sociais, de um modo geral. Por isso, é necessário um maior investimento no desenvolvimento de políticas públicas que busquem o esporte para o desenvolvimento social e por isso, os recursos atuais e a média histórica não são suficientes, ainda mais tendo-se em vista os mega eventos esportivos&#8221;. Seria legislar em causa própria?                 </p>
<p><strong>E os professores?</strong> Esta é uma das razões de eu estar voltado para o verdadeiro professor, aquele que pretende servir-se do esporte para educar, conduzir, respeitar a criança pelo que ela é e pelo que poderá vir a ser algum dia, isto é, um ser humano, ético e capaz. Não um simples campeão, um mero medalhista, que ao final da vida útil de atleta passa a depender dos favores do Estado ou de alguma entidade. Percebam a natureza do que fazem no Brasil &#8211; e certamente no mundo &#8211; e as poucas esperanças de não nos deixarmos contaminar por tanta insensatez. O esporte encarado como &#8220;negócio&#8221; não pode ser educacional, pelo contrário, a vitória tem que vir a qualquer preço; todos nós estamos vivendo sob essa égide. Le Boulch, citado no início desse tema, dá-nos a exata posição sobre os objetivos da educação. E mais, sobre os perigos das &#8220;receitas técnicas&#8221;, que aqui chamamos de &#8220;receitas de bolo&#8221;, fórmulas dogmáticas muitas delas jurássicas, que se repetem ano após ano e mofam nas prateleiras caseiras dos cursilhistas. Não é bem isso que precisa o Professor para ser bom e eficiente em seu mister.  Não estariam todos &#8220;atropelando&#8221; os verdadeiros missionários da Educação Física? Ao que tudo indica, eles decidem o que os professores devem fazer ou deixar de fazer sem ao menos ouvir as suas vozes. Quer me parecer que os ex-medalhistas encontraram a solução para os seus próprios problemas. Não importa o que se faça cientificamente, o importante é o que pensam, ou melhor, do que precisam. E o pior é que podem ter sucesso em suas investidas, até porque este é um ano de eleições. E, até onde sei, são colocados como &#8220;delegados&#8221; de alguma entidade desportiva maior. Será que o que estou pregando tem alguma valia neste cenário? Em que país estou? O que faz o Ministério da Educação?                    </p>
<p><strong>Pedagogia do Esporte. </strong>Felizmente, nem tudo está perdido. Descobri uma luz em artigo que busquei na Internet e aqui deixo um resumo do texto publicado no CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, 13., 2003, Caxambu. 25 anos de história: o percurso do CBCE na educação física brasileira. Anais&#8230; Caxambu: Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 2003: &#8220;Este trabalho analisa e apresenta sugestão para Prefeituras (Secretarias de Educação e de Esporte e Lazer) para as relações que se estabelecem entre o esporte e a escola. Analisamos a presença de ambos nos processos de socialização, discutindo discursos e práticas propostas pelo Estado para a inclusão do esporte na escola. Propomos algumas  indicações para uma política pública para o esporte escolar, tomando como primado orientador a compreensão da escola e do esporte como direitos sociais, o que requer do Estado primazia para práticas democráticas e inclusivas formuladas e realizadas com participação popular. Isto implica  dialogar com  os sujeitos escolares, professores e alunos&#8221;.                    </p>
<p>Programa de esporte escolar - Competição esportiva &#8211; Conteúdo de ensino                    </p>
<p>1. Teoria e prática: sugestões acerca da prática pedagógica.                   </p>
<p>2. Princípios pedagógicos que orientam uma prática de QUALIDADE.                   </p>
<p>3. Esboço de proposta escola/esporte.                     </p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;                </p>
<p>E se você ainda tem dúvidas sobre a escolha de cursos aguarde a próxima postagem, <strong>Curso de Formação</strong>. Vou contar-lhes um caso bem sucedido em matéria de curso/ensino. E se você conseguiu ler até aqui deixe sua opinião sobre a Logo.    </p>
<p><strong><img class="alignright" title="LOGOprocrie" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/08/LOGOprocrie-300x113.jpg" alt="" width="135" height="47" /></strong></p>
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